quinta-feira, 25 de junho de 2020

O PROBLEMA NÃO É MEU!




Estou ouvindo o BDSP, e estão discutindo a questão da conta de luz e o sistema que eles usaram nesse período de pandemia para resolver o problema de leitura e cobrança.

A racionalidade é simples. Se você consumiu uma média de X por um ano, nos meses de pandemia se coloca a média como uma cobrança sem realizar a leitura do relógio.

Bom, como a maioria da população ficou em casa e assim fez um bolo, usou a batedeira. Deu vontade de comer algo especial e usou o micro-ondas e ia passar um filme que ele não assistiu o que deseja rever e liga a TV. Quer dizer a população, consumiu além da média.

Agora vamos pensar na empresa que volta a fazer a leitura depois de 3 meses. Oque se pode esperar? Que a média não cobriu os custos de algumas casas e de outras a média cobriu os gastos e outras a empresa precisa dar desconta nas contas futuras.

Qual é o problema? Quem consumiu muito e não estava esperando que isso acontecesse. Se assusta. Assim a empresa que é profissional e que não tem estrutura montada para atender pelo SAC o alto volume de clientes com problema de pagamento para tentar resolver, mesmo com uma redução salarial ou com a perda de emprego.

Bom uma empresa que é profissional usa a sua arrogância age como um ditador e pensa consumiu e eu tenho direito a ter a grana pelo serviço prestado e assim ele que se vire para pagar. Obvio que terá consumidor que terá condições e pagar, mas a grande maioria vai chiar.

O que a empresa deveria ter feito. Ter empatia. Isso é se colocar na posição do consumidor. E isso vai facilitar a própria vida da empresa pois não terá sobrecarga no sistema de comunicação da empresa e não ter que ficar fazendo matéria em telejornal, mostrando a sua incapacidade e arrogância, por mais que o representante possa ser simpático ou ficar constrangido, com pesar pela situação criada, eles foram incompetentes.



Eu não tenho dados, mas digamos que a média de consumo que ultrapassou a média tenha sido de 60%. Bom a empresa vendo isso e em uma situação de baixa salarial e desemprego, digamos ela poderia dividir esse aumento em digamos 3 meses isso é ter um acréscimo na conta do mês de 20% isso não assustaria tanto e já poderia ajudar a própria empresa a ter menos casos de impossibilidade de pagamento. Isso se chama empatia.

Veja que beleza, se a empresa teria pensado na realidade social do seu consumidor não no seu liberalismo estupido, onde é meu direito e o pessoal que se vire para pagar.

Exatamente é esse todo o problema do desenvolvimento humano para que tenhamos uma sociedade justa. Isso também acontece quando se fazem leis.

Veja, que o pessoal que teve condições de acumular imóveis para poder ter uma renda extra na aposentadoria ou final da vida, para não ter uma grande perda no seu poder aquisitivo no momento de seu final de carreira. Por muito tempo a Lei do Inquilinato, que no meu tempo de boy no centro de São Paulo sempre tinha alguém vendendo o manual das regras para a população paulistana. Creio que tudo isso veio do tempo de Vargas como uma forma de regulamentação.

Antes da revolução de 30 realmente faltavam leis para muita coisa principalmente para o trabalho, mas o aluguel também, por isso a grande promiscuidade no Rio principalmente das grandes epidemias que aconteceram na Cidade pelos cortiços que se espalhavam pela cidade, onde se apinhavam famílias em velhos casarões de uma burguesia que os abandonava para locais mais arejados ou com mais qualidade de vida. E tiravam proveito disso para poderem ganhar algum dinheiro sublocando a casa, pois ninguém teria condições de alugar um casarão daquele tamanho e pagar um aluguel justo(digamos) pelo tamanho da casa. Ainda não havia a questão industrial que pedisse que se pudesse colocar a casa para ser alugada para uma empresa fazer show room ou mesmo uma escritório e assim os cortiços proliferavam pela cidades.

Com o plano real creio que o FHC acabou reformando as regras do aluguel para poderem liberar vários imóveis que se encontravam fechados, pois os prejuízos com os baixos alugueis e com a destruição do imóvel pelo inquilino compensavam se pagar o condomínio e o IPTU que repassar isso para o inquilino. Isso mudou muito o critério e deu muita força para o locador poder se impor sobre o inquilino.

Alguns são exagerados e se acham que podem tudo, outros compreendem a sua limitação pelo número reduzido de inquilinos que possam pagar um custo justo (digamos) do aluguel.

Bom hoje o locador pode impor o tipo de segurança que ele deve ter contra a falta de pagamento do aluguel e destruição de seu bem. Mas fica uma falha enorme entre o que é manutenção de uso e má estruturação do imóvel em relação ao material usado em sua construção.



Agora vamos a algo mais especifico. A casa que moro.

Bom o local aqui é bom, não temos problemas. O transito da rua não é intenso apesar de ser uma via que passam ônibus de várias linhas. Existe um posto de saúde próximo. É um terreno montanhoso, assim as suas características trazem a suas peculiaridades, mas não há deslizamento de morro.

O proprietário tinha uma mercearia e foi comprando terrenos e construído imóveis pelas proximidades e isso o fez ter muitas casas que lhe garante um boa renda. Mas o cara é português e veio para cá para enricar. E conseguiu. Direito dele.

Ele construiu ao menos a casa que moro com material de demolição, mas soube dar um acabamento digno na cozinha e no piso frio, o que impressionou no momento de alugar pela beleza e limpeza que dá a impressão dos azulejos com faixa, o que lhe dá um certo charme.

Bom isso tudo bem, mas tem problemas de infiltração e tivemos que trocar a fiação e fazer adaptações para uma sistema mais racional de uso, mas como ela foi feita por partes para se acendera luz da área de serviço eu tenho que ir ao banheiro para usar a tomada. E pedi na oportunidade da mudança da fiação, de alterar a tomada para a cozinha. Ele teria que quebrar a laje para poder fazer um serviço bem feito, e assim a tomada continua no banheiro. Isso demonstra a falta de planejamento e muito provável o próprio proprietário as construiu.

Como disse ele tinha uma mercearia. Ele construiu a sua casa sobre a mercearia e creio que para algum filho ou parente ele construiu do outro lado uma casa com um quarto e em ambos, uma escadaria lateral à mercearia para se atingir as casas. Uma de cada lado da mercearia. Como era de parente havia uma porta, que sem sair para aruá permitia se entrar na mercearia seja pela escadaria da esquerda ou da direita.

Como ele acabou fechando a mercearia e alugando o galpão passaram várias empresas de comercio no local. O último foi uma loja de material de construção, mas o movimento aqui é pequeno e não há muitos prédios para fazer volume de gente e assim favorecer um mercado significante e o rapaz da loja mudou o ponto para outro local mais movimentado.

Agora veio, ao que parece, um comercio de internet que não usa a rua como meio de arregimentar clientes. E fez grandes mudanças adaptando o imóvel para o seu uso especifico, tanto que colocou um rebaixamento de guia para poder garantir que ele possa ter um caminhão ou um carro de carga que ele possa carregar e fazer o trabalho de distribuição que lhe compete. Sem problema.

Mas ele pela pressa, pois deve estar pagando dois alugueis e assim pedreiro começou a trabalhar a 7,30 da manhã. Como eu sei disso? Por que ele começou quebrando parede. Ai eu tive que informa-lo que por lei ele deveria começar a quebrar depois das 8 h e que se ele pudesse fazer o favor de começara quebrar as 9 da manhã. Que fui atendido e teve o bom senso dentro do desespero do novo inquilino de pressa, ele por bem resolver não fazer essa quebradeira de domingo. O bom senso começou a funcionar.

Como eu disse o proprietário do imóvel foi construindo conforme sobrava o dinheiro. E no fundo da mercearia ele pode construí 3 casinhas uma com dois quartos onde moro, e mais duas casas com um quarto uma sobre a outra, no fundo do terreno.

Quando ele tinha a mercearia, fez uma garagem ao lado da mercearia, onde havia e há ainda uma porta para ele descarregar a carga que ele trazia dos atacados que comprava e que dava diretamente no seu depósito. Como nas outras duas portas na frente da loja essa também ele não fechou, ie, não cimentou.

Agora com essa reforma, o inquilino fechou as duas portas da frente da loja, mas na porta do deposito que dá para a minha garagem que pago e está definida no contrato de meu uso. O novo inquilino deseja trocar a porta e colocar uma de aço para ter uma saída de emergência no caso dele ficar preso na loja por problema de energia, já que o portão da mercearia ele alterou para elétrico. Para que o luxo, não imagino, mas com toda a certeza ele ficará fechado tendo ou não um caminhão para carregar, pois não se trata de um comercio de rua.

Agora começa o problema. Ele tem empregados. Não imagino quantos. Mas eles vão entrar para trabalhar e vão sair para almoço e para voltar para casa como também sair para fazer pequenas comprar ou resolver problemas de pagamentos ou outros e a cada vez que alguém chega ou sai essa porta monstruosa será acionada. Percebe o transtorno e pelo jeito vai ser constante, por isso ser elétrica.

Bom disse havia duas portas laterais na frente da loja, que mesmo saindo no hall da escada para as casas na parte alta da mercearia, ele poderia retirar uma das portas que está na rua recua-la essa porta para a escada e usar essa porta lateral como entrada e saída de funcionários o que talvez ficasse mais caro que por uma porta de aço na entrada do estoque. Mas para quem está investindo alto em uma reforma para se adaptar um deposito ou galpão para a sua empresa, isso seria o menor investimento que ele faria.

Imaginem isso em 90º, infelizmente não consegui encontrar uma figura que pudesse dar a noção precisa do que estava pensando e tive que montar a foto. 

Agora vem o estranho, pelo que ele disse, essa porta lateral nunca será usada. Filho, se tu põe uma porta e a chama de emergência uma hora ou outra você vai usar a porta. Agora a porta existe, está lá e é de madeira. Abre e fecha, se ela está como as outras, que ele comentou está pregada com prego, pois ela não deve e nem pode ser aberta. Mas ele pode pedir para usar a porta. É um direito dele. É obvio que em uma emergência, ninguém vai proibir do pessoal sair da empresa, como em um incêndio, porque isso não consta do contrato.

Mas agora veja como isso é estranho. Ele se usar a porta ele sai para a garagem que fica 24 horas fechada para a rua e ele eles ao saírem da empresa ficam presos dentro da garagem pois eles não tem o direito de ter uma chave do cadeado que prende o portão, pois ele não mora na vila e nada diz que ele pode ou deve usar a garagem para nada.

A pergunta que fica é: PARA QUE ELE PROJETOU UMA PORTA DE AÇO PARA UM BECO SEM SAIDA, POIS ELA NÃO DÁ PARA A RUA, MAS PARA UMA CASA PRIVADA?

Para exatamente ele não ser assaltado. É a única explicação lógica, ainda mais por ser uma porta de aço e existir a porta. E em uma emergência ele pode acioná-la.

Me explicando em questão do assalto. Veja, o que seria sensato era o pessoal para entrar e sair da empresa usar uma porta mecânica e não ficar subindo e descendo uma enorme porta de aço. Para se ter uma porta que não tenha uma visão da rua e que seja de aço, com toda a certeza é para não facilitar a invasão. Nada contra.

Mas veja eu tenho dois carros e não sou uma pessoa que fica trocando de carro a cada ano e assim ele não é novo, um tem 43 anos o outro 23 anos. Assim peça para eles é complicado. E como se anda muito pouco com eles ficar trocando de carro só com dinheiro sobrando, pois a manutenção não é uma das grandes custos dos mesmos. Mas para ter lucro com eles posso desmanchar e vender as peças que vão dar muito mais que o valor de mercado no estado que estiver.

Imagine o seguinte. Um cara entra para roubar a empresa e encontra uma porta de aço e um carro na sua frente que como desmanche pode lhe render uma boa grana. Ele não arromba aporta de aço, mas leva o carro para não sofrer o prejuízo e eu dancei. Quer dizer o novo inquilino pensou no problema dele e não no que ele causaria resolvendo o problema dele. Como no caso da conta de luz acima.

Ele teria que fazer de qualquer forma a negociação seja comigo ou com os inquilinos das duas outras casas se resolvesse por uma porta de aço que desse para rua, assim ele veio pedir. Obvio que posso deixar, mas o que eu ganho com isso?

Nada. Eu tenho uma relação comercial com o proprietário e com o cara da empresa ou o novo inquilino. Não devo nada nem para um nem para outro. Eu não vou pedir nada para eles como uma favor pois não trabalho com eles e nem mesmo que se, digamos, fosse me candidatar a político, não iria pedir voto a eles como um favor, mas como todo político sacana que vai comer pastel na feria e faz cara de nojo.

Assim obvio criei um problema para sobrar algum benefício a mim, pois eu devo também ser pago pelo trabalho que vou ter. Vejamos.

Os carros não poderão serem colocados de frente mas de ré pois assim se pode deixar o corredor para um EVENTUALIDADE ele poder abrir a porta e usar a passagem se isso não for feito ele não sai pela porta. Segundo, como o carro tem um dispositivo para pôr um reboque, ele bate no ferro de prender o portão e isso não permite que seja posto de ré. Outra coisa que aconteceu foi que eu tenho a Brasília que tem os 43 anos que comentei, tive o azar de quebrar a barra de torção de um dos lados e não pude pôr o carro para a garagem pois ele ficou mais baixo e o maldito ferrinho pegava na caixa de câmbio e não tínhamos condições de levantar a traseira do carro para poder proteger o carro até encontrar um mecânico que pudesse fazer o serviço. Isso me custou um amassado de uma caminhãozinho que o fezza amassou a frente da Brasília, por que ele se viu no direito de parar na porta da minha garagem e ainda bater no meu carro que travou o capô da Brasília.

Compreende como a coisa é feita para prejudicar o outro e nunca se RESPONSABILIZAR PELO ERRO COMETIDO? Isso é o hábito do brasileiro desde o governo, como se viu com o grande negócio feito no com a destilaria de Pasadena, ou a incêndio causado em 2017 em dois ministérios e se deu uma reprimenda nos vândalos como se eles fossem criança e a mãe o repreendesse falando “QUI FEIO MININU!”



Por que eu expus tudo isso?
Para poder mostrar o erro da nossa sociedade. Quanto uma profissional tem um problema, ele tenta encontrar uma solução para solucioná-lo de forma barata e cômoda para a empresa. Alguém já tentou, ultimamente mandar e-mail para empresas reclamando de algo e consegue. E u tive que reclamar com a UltraFarma pelo fale com o Sidney, pois por telefone ninguém atendia e pelo SAC também não. As lojas americanas eu tinha um e-mail do IG cadastrado e vi algo que me interessava e quis comprar, mas não pude, pois o e-mail já não havia mais acesso. Assim tive que reclamar para o Procon, pois não havia meios de ent4rar em contato com a loja e serio eu não iria fazer uma ligação interurbana para isso, já que a sede é no Rio. Só assim consegui resolver o meu problema e meia boca, pois tive que fazer o cadastro no nome da minha filha para poder comprar o que desejava, pois no meu nome ainda dava problema e não consegui concluir o cadastro.

As empresas com a redução de pessoal para economizar nos custos de serviços e produção e assim o pessoal não tem a devida paciência pra poder atender de forma decente o cliente e assim desesperadamente desesperado ele tenta sobreviver com seu baixo salário e garantir continuar empregado com a carteira assinada.

Obvio que isso é um problema, ou um duplo problema, pois a sociedade existe para proteger o homem, mas eles massacra esse mesmo homem impondo irracionalidades para ele poder sobreviver e assim temos um grande números de pessoa sofrendo de estresse e tendo que tomar “alegrol” para poder continuar vivendo.

Vou contar um caso de um livro que me fez ficar cliente da Amazon.

Eu comprei um livro sobre a guerra do Paraguai e havia lago errado, que agora não recordo, mas eu queria me inteirar da guerra com um livro mais atual, assim eu liguei para a editora pois era o livro que tinha erro e não a loja que o vendeu.

Era época de natal e estavam comemorando na Editora. Eu reclamei com alguém que atendeu o telefone e ela explicou que a editora responsável estava viajando ou não estava ou sei lá. Meu se eu sou muçulmano, judeu, budista, taoísta ou o raio de um ateu, por que eu não posso ser atendido porque é natal????? Eu tenho um problema e preciso de uma solução. Bom quis devolver o livro com dó no coração, pois não tinha outro atual sobre o assunto. Não sei por que, mas a Amazon, não me criou nenhum problema para eu devolver o livro e ainda depois me deram o livro de presente sem pagar nada. Percebe que eles foram realmente inteligentes na sua forma de agir? Eles não sabem ou sabiam quem eu era, o livro acho que era na época uns 30 reais. Eles iriam pagar remessa de volta do livro e devolver o meu dinheiro. Que fizeram? Me presentearam com o livro e assim evitaram que eu fizesse uma propaganda negativa sobre o livro. E mesmo assim eu fiz. Mas a repercussão é mínima. Mas a Amazon me ganhou, sempre verifico os livros que eles tem e se há meios de eu poder comprar em quantidade para não pagar o frete eu o faço. Percebe como eles me ganharam? Eles conseguiram me dar confiança. O que na net é o mais importante.

A questão toda é a falta de empatia das pessoas sejam elas profissionais ou apenas consumidores os dois lados tem interesse e assim é necessário se fazer a coisa de forma a ver todas as possibilidades e termos pessoas trabalhando na quilo que gostam e sabem fazer e não por que precisam sobreviver e podem ou não ter um salário muito maior que a sua necessidade de sobrevivência, ou morrer de fome pois ele não tem condições de fazer algo que o mundo ache que seja espetacular e lhe pague os tufos por isso como um cantor(a) que fatura milhões com uma música que ele gosta de cantar e se identifica, mas que se ele ganha muito quanto a gravadora não ganha mais do que ele? Mas sei lá, fui dar uma olhada e uma promoção da Americanas os DVDs em promoção estavam a 20 reais em média, imagine sem promoção quanto não custam? E quantos são vendidos para todos acharem que fizeram um grande negócio?

Obvio que isso é um absurdo. E isso descompensa qualquer equilíbrio de justiça que se possa ter. Marx bate nessa tecla onde o mercado é regulado pela oferta e procura, como agora por uma vacina contra o corona vírus. Onde quem a tiver em primeiro lugar, fica rico e recupera tudo o que investiu quando ele fez desde o primeiro comprimido para dor de cabeça.

Isso para Marx não media efetivamente o esforço do trabalho de quem fez o comprimido ou a vacina. Que é uma realidade, mas quanto custa o trabalho de um lixeiro que vive no lixo para garantir a sua saúde? Um salário mínimo regional? E um enfermeiro em meio e essa pandemia quanto vale seu ganho? Dois salários regionais? E um médico? Sete ou oito salários regionais? Isso não tem como medir ou definir por isso o mercado de oferta e procura, que sempre será injusto para quem compra ou precisa do produto. Isso demonstra que o sistema financeiro ou monetarista está errado ou falido, ainda mais pela necessidade de um consumo desenfreado para manter a economia girando e exatamente isso que o corona vírus vem demonstrar para o mundo. HÁ UMA NECESSIDADE DE SE ALTERAR A FORMA COMO ESTAMOS ORGANIZADOS E FAZER QUE A REALIDADE SE TORNE MAIS JUSTA E PARA MIM, NO MEU MODO DE PENSAR, ISSO PASSA PELA EVOLUÇÃO DO HOMEM E NA NECESSIDADE DE SE SER MAIS FRATERNO E EMPÁTICO COM AS NECESSIDADES ALHEIAS. POIS SE FORMOS PENSAR EM UMA BANANA QUE NÃO TEM CUSTO ALGUM, QUEM CUSTA ALGO É O HOMEM QUE A PLANTA, COLHE, CARREGA, ENTREGA E DISTRIBUI PARA A POPULAÇÃO, MAS A BANANA, A ÁRVORE BANANEIRA NÃO NOS COBROU NADA POIS TUDO QUE ELA PRECISAVA ELA TEVE E ELA NÃO PAGOU PARA TER. ENTENDEM QUE SOMOS NÓS OS EGOÍSTAS. AINDA SOMOS MUITO INFANTIS E IGNORANTES PARA COMPREENDER QUE DEPENDEMOS UNS DOS OUTROS E QUE TUDO É GRATUITO O ÚNICO EGOÍSTA É O HOMEM QUE COBRA DE SEU SEMELHANTE A SUA NECESSIDADE.