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sábado, 24 de novembro de 2018

OS PSEUDOS CIDADÃOS DA MOOCA.











Bom, agora que tudo está exposto, vamos tentar descrever a idiotice do pessoal que mora na mooca.

Compramos um armário de cozinha e assim tivemos que desativar o que estávamos usando para guardar alimentos e utensílios domésticos. Isso é supomos que estávamos evoluindo materialmente. Mas era apenas ilusão, pois a única coisa que vale é o bom senso que o pessoal não tem. Evoluir materialmente não melhora a inteligência de ninguém.

Tínhamos que descartar os moveis velhos. Porém como sempre fazemos doações para a Casa André Luiz ligamos para lá, mas eles não quiseram pegar por estar desmontado e serem partes de cozinha planejada. Bom, o melhor meio seria ver quando passa o cata-bagulho e dispensar a coisa.

Ligamos para prefeitura na regional da Mooca e nos deram que a nossa rua pertencia à Água Raza, para esse tipo de serviço. Verificamos a data e constava que iriam passar no dia 24 de novembro.

Colocamos os móveis a serem descartados no dia 23 a noite. Quer dizer se passassem as 7 da manhã, ele s poderiam levar sem problema.

Minha filha olhou n a relação de ruas e notou que a nossa não fazia parte da água raza. Aproveitei e liguei para o 156 e constatei que tinham me dado a informação errada. Mas o caminhão iria passar na Rua Dr José Higino que está a 300 metros de casa. Como havia visto que tinham deixado um jogo de sofá ali na praça esquina com a rua. Pensei, bom o cata-bagulho passa por ali, mas como já passava do meio dia, fui ver se os moveis estavam ali para serem retirados, demonstrando que o caminhão iria passar. Dito e feito, passei por lá e ali estavam o jogo de sofá.

Voltei em casa e fui colocar os moveis nos dois carros para deixar ali na praça para o caminhão passar e recolher. Estamos colocando os móveis, um senhor que vive no bar ali perto veio tirando fotos da placa do nosso veículo e perguntamos porque, pois, ele iria denunciar à prefeitura que estávamos jogando entulho na rua.

Ai os outros cervejeiros vieram lá para fazer pressão e impor a sua vontade sobre minha filha e a mim, pois eles eram cidadãos conscientes e nós seres relapsos que não segue a lei e não tem cidadania. Só faltou nos chamar de petralha.

Apesar de se tentar explicar e esclarecer que havia o cata-bagulho, marcado para hoje e que passaria na Dr. José Higino, nos obrigaram a pagar 60 reais para um suposto jardineiro para carregar os moveis até o eco-ponto da Anhaia Melo para descartar os móveis. Não sei se fizeram pressão para dar a grana para o rapaz ou para terem uma comissão por terem arrumado trampo para o infeliz.

Como eu tinha que fazer algumas compras, fui para o Supermercado comprar o necessário. Quando eu volto, noto que aquilo que eu tinha posto ali foi retirado, mas o jogo de sofá continuava ali. Parei no Bar e fui cobrar do pessoal por não terem dado uns trocados para o rapaz e pedido para ele também levar o jogo de sofá. A Resposta:

__ Sou homem suficiente para fazer isso, pois fui eu que liguei para o rapaz vir pegar os móveis.

E então eu disse: E por que não fez isso?

A resposta ficou a mesma: Sou homem suficiente para fazer isso. Percebe que o cara tinha problema com a virilidade dele? Mas fazer o que? Você não tem um governo que age dentro da lei.

Propus a ele ligar para o 156, para se informar e a resposta foi:

O que que é isso?

Eu falei a prefeitura.

A prefeitura não faz nada.

Vamos analisar todo esse assunto agora.

Bom, eles estavam corretos sobre a prefeitura não funcionar, pois já eram quase 15 horas e o caminhão ainda não havia passado. Quer dizer o cata-bagulho não funciona, ainda mais no sábado que não tem ninguém na prefeitura para se reclamar sobre serviço mal feito como se isso funcionasse.

Veja eu pago IPTU, isso está sendo pago para a prefeitura fazer o serviço. Como eu pago o senhor que veio reclamar também paga, ao invés de sensatamente comentar que não seria possível descartar ali os móveis eu expondo que havia o cata-bagulho que passaria ali eles poderiam ser coniventes e fazer a verificação no 156 ou no Google e verificar que estávamos falando a verdade eu e minha filha. Aí poderiam nos chamar de ingênuos em acreditar na prefeitura.

Agora vamos ver outro aspecto. Como disse, colocamos os móveis no dia 23 a noite, lá pelas 23 horas na rua. Bom se eu estivesse com má vontade teríamos colocado ali na praça nesse horário quando o bar já está fechado e não tem ninguém na rua. Quer dizer não somos ingênuos para saber que é proibido e estávamos fazendo isso a luz do dia e próximo ao bar.

Depois mesmo com as explicações que demos, não quiseram saber se era alho ou baralho, o que desejavam era nos crucificar e não nos ajudar, assim tivemos que gastar um dinheiro que não tínhamos para poder resolver o problema.

Aí eu fico pensando, já que falaram que eu colocar os móveis ali era algo contra a cidadania. Fiquei pensando. Por que eles caíram de pau e se tivesse imposto a minha vontade o pessoal teria nos linchado, mas ninguém foi ou lembrou que o erro era da prefeitura e que a luta deveria ser contra ela e não contra nós. Percebe o egoísmo desse pessoal. Como eu e minha filha somos duas pessoas e não temos o poder de dar uma carteirada dizendo ser “Otoridade”, fomos obrigados a pagar duplamente por um serviço que já foi pago, como muitos que pagam escola para os filhos e outros que pagam plano de saúde ou ainda segurança para cuidar da sua casa ou de seu bairro. Mas não sabe EXIGIR ISSO DA PREFEITURA E DO GOVERNO DO ESTADO. Nós pagamos para ter o serviço. E agora como eu fico e como fica o jogo de sofá que não deram uma graninha para o carregador de entulho para levar o sofá junto, já que como estava levando o meu, poderia levar o jogo de sofá por um preço razoável, ou mesmo como disseram que eram cidadãos conscientes, o rapaz que o outro senhor chamou para carregar o entulho teria feito isso graciosamente, já que é um cidadão consciente como o cara que lhe arrumou o trabalho. Será que se isso tivesse acontecido eu teria condições de falar que o pessoal fica bebendo no bar e apenas olha o rabo dos outros e não o seu próprio para arrumar as merdas que fazem.

Um adendo: Me convidaram para beber uma cerveja, mas eu falei com todo orgulho que tenho: EU NÃO BEBO. Será que o problema ficou claro, ou ainda vou ter que desenhar para esse pessoal desse bairro aprender a se unir e não ficar tirando o cu da seringa e pondo na dos outros e nunca no cu de quem realmente deve ser posto?

Mais um detalhe: Vou passar por lá novamente talvez amanhã, pois hoje se for será de madrugada para fotografar a praça e ver se o jogo de sofá ainda está lá. Se estiver a prefeitura não cumpre o que promete e o pessoal não é cidadão consciente porra nenhuma. Caso não esteja ou eles pagaram para retirar ou a prefeitura passo e eu morri de graça com 60 reais que deverei achar um jeito de cobrar deles essa despesa. Eu tenho paciência para isso. Nem que leve anos, o que se planta colhe.

Como tentei resolver, além de ter pago para levarem o entulho.

Liguei para o 156 e relatei o ocorrido, e estou pedindo um crédito no IPTU de 60 reais para a prefeitura. se vou receber ou não, não sei , mas vou mandar isso para a ouvidoria da Câmara e para o MPSP, talvez não resolva nada, afinal quem sou eu? Ninguém, mas se uma suposta associação de bairro que um dos infelizes teve o desprazer de comentar que existia fizesse isso por mim e pelo bairro quem sabe que receberia de volta os 60 reais e um pedido de desculpas da prefeitura e da associação? 

Para mim o pessoal é tudo cagão, pagam por algo que não tem e reclamam com quem precisa e é honesto, dizendo que cumpriram a cidadania deles, mas quando eu perguntei por que eles deixaram que o pôr o jogo de sofá ali, eles disseram que não viram. ADIVINHA POR QUE? Ou eram mal-encarados ou era de madrugada. Simples não, covardia aqui é mato. Se tivesse vindo com todos os filhos e os amigos deles para pôr o móvel ali com toda a certeza não viriam se impondo tirando foto dos carros e dando um de cidadão honesto, mas ficariam recolhidos no bar olhando o descarte dos móveis. É fácil ser macho quando se está em turma e vem abordar uma mulher. Quando eu cheguei desceu todos que estavam no bar para reclamar e fazer pressão. Até então apenas um veio tirando foto do carro enquanto a minha filha estava descarregando.

Protocolos na prefeitura sobre o fato. 

2018 0038528644

21500298

Entre no site ou ligue para o 156 que terão a resposta do assunto e a reclamação feita.

sábado, 21 de abril de 2018

COISAS DA POLÍTICA.




UMA FRASE NESSA MATÉRIA ME CHAMOU A ATENÇÃO. 
"Também comecei a trabalhar com o avô do prefeito - fui secretário adjunto de Justiça no governo Mário Covas. A estrutura da Prefeitura é adequada, pois fui um dos professores que capacitou os atuais auditores de controle interno."
Como todos nós sabemos, houve roubo na prefeitura na gestão Rabbad, isso fica impossível negar, já que faltou remédio e médicos no final do mandato do "ECONOMISTA", além de não ocorrer nenhum investimento na cidade além de pintar rua de vermelho e atrapalhar enormemente o transito da cidade. Como se trata de uma instituição que deve funcionar INDEPENDENTE DE QUEM ESTÁ GOVERNANDO A CIDADE, ESTADO OU PAÍS, fica evidente que esse tipo de afirmação é para inglês ver ou porque o marketeiro mandou falar. Se os auditores da prefeitura são tão bons, como ele disse no texto, por que o Rabbad não está preso ou respondendo processo sobre a péssima administração que fez na cidade? Creio que precisamos mudar a forma das instituições de controle como TCMSP sejam nomeados pelo prefeito, mas que tenham que ser votados para exercer a função por um período que poderá ser perpétuo, caso seja reeleito pelo bom serviço que preste à população, e com toda a certeza, isso só será realizado se ele pegar os ladrões e tampar os ralos do dinheiro público.


‘Não vi novidade. Eu esperava um certo balanço do que foi feito’, diz Gustavo Ungaro
Novo controlador-geral do Município comentou as declarações de seu antecessor, afirmando esperar um balanço com “resultados” de Guilherme Mendes, e prometeu ampliar a transparência da Prefeitura
Bruno Ribeiro, O Estado de S.Paulo
21 Abril 2018 | 04h00
Nomeado nessa sexta-feira, 20, embora só tome posse no cargo na semana que vem, o novo controlador-geral do Município, Gustavo Ungaro, comentou as declarações de seu antecessor, afirmando esperar um balanço com “resultados” de Guilherme Mendes. E prometeu ampliar a transparência da Prefeitura, incluindo as autarquias e empresas municipais. É o terceiro nome a ocupar o cargo, mas o primeiro indicado por Bruno Covas (PSDB). O Palácio dos Bandeirantes ainda vai indicar um nome para chefiar a Ouvidoria-Geral do Estado, órgão que coordenava.
Por que o senhor aceitou o cargo de controlador-geral do Município de São Paulo?
Fiquei três anos na Ouvidoria do Estado e foi tempo suficiente para instalar o órgão, que havia sido recém-criado. Antes, estava na Corregedoria-Geral da Administração (também do governo do Estado), onde fiquei quatro anos e já lidava com o tema do controle interno na gestão pública. Isso, aliado ao fato de eu ser professor de Direito Administrativo, faz com que eu tenha um gosto pela área. Na atual quadra histórica que estamos, a Lava Jato e o Mensalão revelaram que a corrupção é um problema grave no País. Minha motivação principal é essa. Também comecei a trabalhar com o avô do prefeito - fui secretário adjunto de Justiça no governo Mário Covas. A estrutura da Prefeitura é adequada, pois fui um dos professores que capacitou os atuais auditores de controle interno.
O senhor chega para ocupar um cargo alvo de polêmica em 2017, quando a CGM foi rebaixada a um órgão da secretaria de Justiça. Dá para ter autonomia?
A autonomia técnica tem de independer desse arranjo institucional. Cada agente que atua na área de controle tem deveres. Sobre essa situação de como a CGM está estruturada no Município, a informação que eu tenho é de que a lei não foi alterada. As garantias estabelecidas pela lei estão mantidas. Em termos de interação cotidiana para que esse trabalho flua, não tenho dúvida que, com a atual composição da equipe governamental, do prefeito Bruno Covas, não haverá problema. O secretário (de Justiça) Rubens Rizek já foi corregedor. Vamos ser implacáveis no combate à corrupção e ampliar a agenda de transparência. As diretrizes estão dadas.
O senhor foi nomeado no dia em que seu antecessor dá entrevista citando “esquemas estruturados” de corrupção na Prefeitura. Como recebe as afirmações?
Não vi novidade no diagnóstico que ele fez. É um diagnóstico de partida e me surpreendeu ser uma fala de saída. O que eu esperava nesse momento? Um certo balanço do que foi feito. Quem abre o jornal hoje se depara com situações revoltantes, de desvio de dinheiro público, de grupos se ‘assenhoriando’ de órgãos públicos. Os órgãos de controle existem para enfrentar essas situações e dizer o que está sendo feito. Então, esperava que esse balanço pudesse apresentar para a sociedade resultados concretos.
Nessa sexta-feira (quinta-feira), ao relatar uma denúncia contra executivos da WTorre, o promotor do caso chegou a dizer que a parceria com a CGM que tornou possível prender fiscais corruptos não existe mais. Pretende retomar esse trabalho?
Os órgãos de controle precisam interagir. Minha intenção é que a Controladoria-Geral do Município seja uma boa parceira do Ministério Público, é dever institucional. Não é algo que possa estar a critério do dirigente do órgão. Tem questões, inclusive, que extrapolam o âmbito administrativo, disciplinar. Então aí há uma obrigação legal. Se em uma verificação correcional você se depara com irregularidade que, além de ser um ilícito administrativo, tem também uma conotação penal, é obrigatório.
História. Ungaro trabalhou na gestão Mário Covas, como secretário adjunto de Justiça, e dá aulas de Direito Administrativo Foto: FOTO DANIEL TEIXEIRA/ESTADO


quarta-feira, 14 de março de 2018

A DIFICULDADE DE SER CIDADÃO EM SÃO PAULO.



        Não sei se é para rir ou chorar, querer melhorar a cidade com a ineficiência que o governo age em todos os escalões de gestão.
        Bom vamos aos fatos. Estava eu dirigindo e notei que em um pedaço de 157 metros de uma rua havia nada mais nada menos que 15 buracos. Uma rua estreita que trafega ônibus e com mão dupla e carro estacionado nos dois lados da rua. As vezes algum desavisado para o carro exatamente onde está o buraco, quer dizer, o buraco fica ao lado do carro e assim reduz o espaço de manobra que se tem para fugir do mesmo. Ou você bate no carro ou entra no buraco. Isso infelizmente é uma constante na Mooca e no egocentrismo de seus habitantes. 
        Como também entro nessa rua para sair na minha contei entre a rua em referência até a minha casa mais 15 buracos. Assim resolvi fazer um pedido de tapa buraco na prefeitura. Liguei para o 156 e depois de um tempão querendo ajudar a população e obviamente a mim, consigo fazer o registro para a mina rua mas a ligação cia e não consigo concluir para a travessa. 
        Tentei novamente ligar para o 156 mas não consegui. Resolvi deixar e como iria ao Prado que é um parque histórico da Mooca onde haviam no começo do século XX corrida de cavalos e depois creio que em 50 foi transferido para a cidade jardim. E aquela área ficou desocupada por um tempo com algum jogo de futebol, creio que na Ditadura resolveram fazer algo com aquela área e montaram biblioteca, piscina, posto de saúde, creio que tinha um Senai lá também e fizeram várias quadras para o laser da população. Também colocaram lá a Sub prefeitura da Mooca quando mudaram o sentido da administração pública. Assim no dia seguinte segui para o Prado para fazer o pedido de reparação dos buracos da travessa. Demorei mais de meia hora, já que a atendente catava um milho bravo. 
        Sai de lá meio inconformado, pois o telefone tocou ao menos duas ou três vezes distintamente e insistentemente, mas o senhor que estava ali para dar senha estava conversando e assim continuou, apesar de ter um telefone ao seu lado. Conhece funcionário público cansado? Pois é, esse era ele. E ficou ali conversando como se nada fosse mais importante que jogar a conversa fora. Ai eu lembrei quando eu tento telefonar para posto de saúde, ou alguma repartição governamental e ninguém atende apesar de ficar tocando e o som no caso era ensurdecedor. Sirene não faria tanto barulho em um lugar fechado como aquele telefone. 
        Bom um belo dia creio que duas semanas depois do pedido no 156 estavam quebrando a rua na porta de casa. Orra! Eu fiquei feliz o governo está funcionando. Estava todo contente.
        Como sou velho, para os que se chocam diria idoso, sempre vou ao posto de saúde, afinal tenho que falar com médicos constantemente. Sofro de mal de velhice. A máquina química que me carrega, tá precisando de recauchutagem, mas como é SUS você vai de remedinho. O ano de fabricação já vai longe. Fui passar pela minha rua e deparo com 6 buracos sem serem feitos. Não entendi por que. Se foi por erro de contagem, me perdoe, mas tire foto do trabalho e complemente com os outros 6 novos buracos e cobre da prefeitura, afinal custa muito mais caro ter que voltar ao mesmo lugar para fazer o serviço que não ficou completo. Além disso, a minha referência de buraco no asfalto pode não ser a mesma que o motorista ou o tapador de buraco. Eles não percebem que não sou técnico. Acredito que da próxima vez que tiver que reclamar de buracos na rua vou ter que contratar um agrimensor para definir as distância do inicio da via e o diâmetro dos buracos para ele poderem acertar todos os buracos que EU estou vendo e eles não.
        Como não fizeram da rua lateral fui tentar cobrar a solução e o término dos 6 buracos que continuaram abertos. Bom depois de 18 minutos pendurado no 156, a menina falou que não poderia me transferir pois o sistema havia caído e ele não podia me passar para a ouvidoria. Quer dizer perdi meu tempo para nada, mas afinal de contas sou aposentado não tenho nada que fazer além de passar nervoso falando com a prefeitura e tentando resolver as estupidez burocráticas que a prefeitura inventa só para dar mais trabalho e nunca facilitar a vida do velho aposentado e vilipendiado financeiramente com os reajustes da aposentadoria.
        Isso se passaram quase um mês da solicitação que fiz na Sub Prefeitura da mooca, completa amanhã um mês e até agora nada. Assim fui ligar de novo para o 156. Sou otário mesmo. Passaram quase 4 minutos e eu falei com um robô e ainda me mandou tomar a vacina contra a febre amarela, na verdade implorando. Mas eu acho engraçado, tenho um posto de saúde a 200 metros da minha casa (é uma escadaria enorme) mas ele não aplica a tal da vacina. Pô, se estão desesperados que o pessoal tome a vacina, por que não tem em todos os postos? E se viu a na TV os medrosos fazendo fila de dar voltas no quarteirão a onde davam e depois ao invés de ampliar para os outros postos, cortaram o do posto de Saúde do Prado e deixaram na Vila Prudente. Pelo jeito a Mooca não é bem vista pela administração da cidade, até na PROPAGANDA DE VITRINES DE RUAS E AVENIDAS SENDO ASFALTADAS POR TODA SÃO PAULO, NÃO CONSTAVA A DA RUA DA MOOCA. Grande marketeiro esse do Dória. 
       Bom, agora começa a minha peregrinação. tinha que encontrar um telefone com a ouvidoria do tapa buraco. Já tentou achar algum telefone da prefeitura no Google. Meu é um saco. Assim fiquei tateando pelos sites da prefeitura para encontrar algo que me facilita-se a vida. Nada. Ai eu pensei o prédio Matarazzo onde está a prefeitura, devo encontrar algum telefone. Encontrei era algo como defesa civil. Pedi o telefone da ouvidoria do tapa buraco, ela me deu da ouvidoria geral. As vezes você encontra funcionários bons que te ajudam, mas as vezes se encontra "empiastros" que além de carregarem feridas nos grandes lábios ainda se acham no direito de te questionar e não lembram que você está fazendo o trabalho deles.
        Falei com uma tal de chica(fictício), pois estava procurando a ouvidoria do tapa buraco e ela estava na ouvidoria geral da prefeitura. Bom ela me falou que era para ligar para o 156. Fiquei pensando para que serve a ouvidoria geral da prefeitura se não posso reclamar sobre um serviço porco que fizeram? Estranho né? Mas isso é Brasil.
        Tentei argumentar que no 156 não funciona e pedi para falar com o chefe, pois chefe que é chefe manda. Mas não tem chefe e depois ainda ela me falou que não tinha mais ninguém lá, só ela. Dedução lógica deve ser aspone em algum cabide de emprego da prefeitura. Insisti que desejaria um telefone para falar com o tapa buraco, e ela falando enquanto eu falava. Até que acabei gritando, pois eu sou o seu patrão, e ela falou que pagava imposto também, só que esqueceu que ali onde ela estava trabalhando ela não era contribuinte, mas serviçal e tinha que atender seu patrão, eu. Triste ter que ser arrogante. Além de estar fazendo o trabalho da prefeitura ainda se tem que ficar implorando para ser atendido  se conseguir falar com um servidor consciente.
        Voltei a ligar para a defesa civil que era o telefone que tinha e pedi para ela me dar outro telefone e explique o que era. Ela me deu o telefone da coordenadoria das prefeitura regionais e falei com a senhora Domenica que se mostrou prestativa e anotou tudo o que eu desejava e irá passou para a pessoa responsável pelo tapa buraco .e que se em uma semana não ficar resolvido para que eu ligue novamente e a informe a assim algo deve acontecer.
        Uma coisa que me chamou a atenção foi a Sra. me perguntar o Bairro e eu dizer que estou no alto da Mooca e ela ficar espantada pensando que fosse algo de periferia da cidade. Imagine se aqui você tem que implorar o que será que o pessoal da periferia tem que fazer para conseguir que a prefeitura trabalhe? Dar propina?
        Veja como é trabalhoso ajudar a prefeitura a funcionar isso quando você consegue resolver tudo sem encontrar com um "empiastro" pelo caminho. Vamos ver se tenho uma solução positiva para esse pedido. Só uma coisa tudo que precisar da prefeitura é bom pedir em vários lugares, para que a coisa seja solucionada em algum lugar da prefeitura você vai conseguir encontrar um funcionário público decente que sabe que deve ajudar o cidadão que está lhe ajudando.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

A ENORME DIFICULDADE DE AJUDAR O GOVERNO A NOS AJUDAR





           Como é difícil e até impossível tentar mudar uma norma governamental para fazê-la funcionar dentro do objetivo que o serviço pede.
        Mudaram a norma para coleta de sangue. Como todos sabem, para se fazer uma analise do sangue a pessoa deve estar em jejum de ao menos 8 a 12 horas para que os níveis de vitaminas, sais minerais e outros possam estar no plano mínimos de saturação e assim poder ser medidos com um padrão ou dentro de uma norma que se diz comparativa de normalidade. Antes o sistema marcava por dia o número de pacientes que iriam tirar sangue, assim não havia a necessidade se chegar as 6:30 ou antes, ainda mais nessa época que a temperatura é baixa e a maioria é idoso e assim já possuem uma mais baixa resistência ao clima e as intempéries de doenças. Assim há 3 anos atrás, quando fui ser atendido pela primeira vez e foi no mês de Junho, mais gelado ainda que Maio, um monte de gente sofrendo com o frio e a maioria idoso esperando do lado de fora do posto (antes da reforma) eu impus ao guarda a necessidade do pessoal entrar para fugir do frio, afinal todos poderiam ficar mais doentes por estarem esperando no descampado e assim representar mais gastos ao governo. 
        Depois me informaram que não podiam abrir o posto antes das 7 h, apesar de ter uma atendente dentro do posto desde as 6:30 h da manhã. Bom, reclamei com o Gerente responsável e espero que tenha deixado o pessoal entrar antes do horário, que exatamente eles pedem para que se chegue meia hora antes da consulta marcada. Não é uma ironia?
        O fato de hoje. Eu realmente não chegava as 7 h para tirar sangue mas as 7:15 h por ai, quando a fila estava menor e eu poderia ler meu livro sossegado sem me preocupar se seria ou não atendido, pois tinha o horário marcado para tirar sangue e havia um número pré estabelecido para isso que seriam mais ou menos 30 pessoas. Bom, mudaram o critério. Ou melhor, falaram que este critério estava fora das normas e que a norma impunha que se viesse e se atendesse o número de pessoas até o limite de tempo, que creio que seria as 7:30 h pois teriam que levar a coleta para o laboratório logo depois da coleta. O que me parece meio burro, já que um exame de sangue demora para ser realizado com resultado um mês ou 30 dias se preferir. Talvez por que o médico passa lá cada mês para assinar os exames e não todos os dias como deve ser, já que esse tipo de exame não demora mais de uma semana para ser realizado como outros, pois o que limita é o número de pessoas para realizar o exame e não o exame em si. Afinal para que a pressa, já que o sangue ou outro produto como urina ou fezes possuem produtos que conservam o sangue para o exame proposto? Não tem sentido algum. Alguma razão tem, mas qual seria é uma incógnita, mas se seguir o dinheiro deve se chegar a alguma conclusão.
        Assim eu fui as 6:30 h da manhã para não ser obrigado a voltar no dia seguinte já que brasileiro adora amanhecer em filas para ser atendido. Não é triste isso? Depois de trabalhar 30 anos ou mais se aposentar e continuar trabalhando pois ele não consegue se aposentar com um salário digno, diferente dos funcionalismo que se aposenta com todas as mordomias e ainda com 100% do salário dos que ainda estão ativos e o pior somos nós que os pagamos com a nossa merreca de aposentadoria, ainda somos obrigados a ser tratados como gado ignorante que temos que ser obrigados a encarara arrogância do funcionalismo  dizendo que é norma e não a lógica que comanda a irresponsabilidade empregatícia de cabidões de emprego.
       Só uma adendo aqui: E a prefeitura esta pedindo para se economizar ou racionalizar os gastos com equipamentos e material de uso. É brincadeira? Uma coisa por que até agora não processaram o Rabbad já que deixou a prefeitura na pindaiba? Mandando ele devolver a grana que foi gasta irresponsavelmente? Ai vão responder que não existe uma lei que puna incompetência e assim não podem obrigá-lo a pagar pelo que lesou o governo. Quer dizer a lei de responsabilidade fiscal não vale nada.
       Voltando Cheguei ao posto as 6:30 h, mas não havia um só funcionário do posto para orientar quem chega-se, quem fazia isso eram os seguranças que não sabem lidar com o povo, mas sabem mandar e se estressar com quem vai reclamar com eles esquecendo que quem paga o seu salário somos nós. Percebi que mandaram entrar uma parte do pessoal, assim fui ver do que se tratava. Quando fui perguntar o segurança, não quis falar comigo, já que ele estava coordenando o serviço de atendimento, mas que ele estava fazendo além da sua função. Tive que insistir e grita que eu estava ali para tirar sangue. Bom, ele se espantou e disse que aquela turma que tinha visto entrar era para tirar sangue. quer dizer se tivesse mais de 30 pessoas para essa função eu teria que voltar no dia seguinte em jejum novamente.
       Após conseguir entregar os papeis para o exame de sangue fui tentar ensinar ou apenas mostrar o outro lado para ele. Mas você apenas sendo um ninguém na hierarquia funcional da prefeitura ele vai fazer todo o possível de te evitar e não falar e impor a norma como correta. Em suma, eles contratam QI de Ostra ou de Ameba para atender o publico já que apenas devemos ser o cocô da Mosca do esterco do cavalo do Bandido. E o pior e a administração acredita que devemos ser tratados com educação formal e não que os funcionários estão lá para resolver o problema do paciente. Eles confundem cerimonial com o objetivo da função que exercem atender e curar o paciente de seus problemas.
       Assim fui ver a Gerente do posto para falar, pois o QI tão baixo não permitia que pudesse haver um diálogo com o funcionário subalterno. E qual não foi o meu espanto, a gerente não estava, mas perguntando a hora da sua chegada, foi me informado que seria as 8 e tanto. Obviamente eu questionei, não é 8 horas ou 8:30 é oito e tanto? Bom ser funcionário e ainda poder fazer seu horário. 
       Então eu liguei as 8:30 para falar diretamente com ela para não ter que usar a ouvidoria que iria mandar a reclamação para ela, assim eu iria objetivamente falar com a pessoa não que resolvesse, mas responsável. 
       Mais um adendo: A função de uma gerente são três, e é política. A primeira saber da necessidade do corpo de funcionários e o que lhes é necessário para cuidar com perfeição de seu trabalho. O Segundo é o cliente ou no caso o paciente saber ouvir seus reclamos e verificar que o sistema não o esta atendendo devidamente e gerar minutas ou estipular ou sugerir normas que possam atender ao paciente, aos funcionários e ao patrão no caso a Secretária de Saúde e suas normas. Mas parece que o ideal é falar para o paciente, é assim quer, quer, não quer, pague um plano de saúde. Um idoso, nem com toda aposentadoria dele consegue pagar um plano de saúde. Ou ele paga o plano e não compra remédio e comida, ou compra comida e se sujeita a ser humilhado pela arrogância do serviço público que ele paga caro para não ser atendido nas suas premissas de cidadão honesto. Se ao menos o salário mínimo fosse de 4500 reais como o Dieese calcula com base na legislação que o instituiu no governo Vargas, daria para pagar o plano de saúde e não depender do péssimo serviço da prefeitura, como se o plano fosse melhor como tem gente que acredita, mas funciona do mesmo jeito e o pior se eles puderem não fazem os exames necessários para reduzir os custos e o lucro ser maior para os proprietários do plano. 
        Só outro adendo: O Salário mínimo de 4500 seria real hoje com o custo de vida como esta, mas obviamente com um aumento no custo do salário mínimo as coisas também seriam acrescidas e assim se lavaria alguns anos para poder fazer essa conta se equilibrar, por que toda matéria prima é gratuita, o que é cobrado é o trabalho e o investimento de quem produz alguma coisa ou presta serviço de alguma coisa.
        Bom, liguei para o gerente e ela estava mais interessada em me impor a norma como se eu fosse um coitadinho como todos que vão ao posto e não alguém com alguma cultura que conhece medicina, biologia, administração, exames laboratoriais e de quebra política governamental e a infeliz política brasileira.
       Depois que se reclama o pessoal fica meio indignado por que se reclamou, e outros casos com essa mesma gerente.
       Passei pela endócrino, que por ser gordo e ter feito a bariátrica tenho problemas com o estômago, pois a acidez é muito forte e eu como para acalmar a revolta e o nervosismo como nesse caso que estou expondo. Assim ela deveria me dar uma requisição para um médico gastro, já que há a necessidade de verificar se estou conseguindo uma úlcera ou é ainda meu processo psicológico que é ativado pela burrice alheia e não pela objetividade do serviço. (pessoas arrogantes devem ser tratadas com arrogância para ver se percebe que é o tratamento delas que nos leva a tratá-la da mesma forma) A médica disse que não poderia me dar uma requisição e eu deveria pedir para um clinico geral. Tá aceitei. Pensei em fazer um encaixe com a clinica geral. (Encaixe - esperar que alguém falte ou se esqueça da consulta já que se marca com muita antecedência por que falta médico e assim você ocupa a vaga de quem previu que ia ficar doente, mas estava bom no dia da consulta {POR FAVOR ISSO É UMA IRONIA}) 
       Qual não foi o meu espanto, que as duas médicas que ficam no posto estavam ausentes, uma de férias ou licença e quando você perguntava vinha a resposta a frase implícita é direito dela, e no caso da outra por um problema de rompimento de tendão teve que se afastar, e assim o posto ficou 30 dias ou mais sem um clinico geral. Mandei a sugestão à ouvidoria que deveriam pegar um médico do pronto socorro João XXIII e fazer dar plantão no posto cobrindo o horário das médicas até que uma delas pudesse voltar. Esperaram a médica de licença voltar e assim no dia em questão parecia que estavam dando uma festa no atendimento ou distribuindo comida grátis ou que tinha caído balão, já que toda a Mooca estava no posto para conseguir uma consulta ou marcar uma. E o pior mandei um texto que fiz no blog como esse reclamando e indignado, já que isso é norma administrativa básica para qualquer organização seja pública ou privada, ter substituição no imprevisto. Mas nós como disse somos apenas o cocô da mosca. Até a gente conseguir ser o Xerife ainda está longe demais. Falei com a gerente, ela me questionando até que pedi para ela me ouvir e poder explicar, ai ela falou: É eu já falei para eles. Ner pur nada não, mas não conseguiu resolver nada. Incompetente, né não? Mandei para a ouvidoria a sugestão e a solução do problema, mas eles não leram o que escrevi, e mandaram um resposta meia estúpida. Legal, eu mandei a resposta, Não é relevante a falta de médico? Bom eu tinha mandado meu nome real, meu telefone, meu endereço, o nome do posto o endereço do posto que uma vez um iletrado do Ministério público por ser o posto da Vila Bertioga e não da cidade de Bertioga, pediram para que eu reclama-se na cidade e não aqui na capital. Vila Bertioga, fica na Mooca, ou melhor alto da mooca e é uma vila onde o Serra nasceu ou viveu por muito tempo na sua juventude. Estranho alguém que faz concurso não conhecer a cidade que ele ajuda administrar. E o piro ganha muito mais do que eu, e eu sou obrigado a ensinar as coisas da profissão dele. Né fácil, né?
        Como sempre estou vendo anormalidades e fico cobrando soluções, achei que não deveria reclamar sobre um piso solto na Odontologia do posto e falei com uma atendente para avisar a Gerente. Não sei se arrumaram, mas ela depois que falei com a ouvidoria, ela me ligou e disse que estava no cronograma para ser realizado. Meu isso se resolve com cola de tapeceiro, e demora 15 minutos, ou cola de contato.
        Na mesma proposta que mandei para a ouvidoria sobre o piso comentei sobre o sistema de sinalização de banheiro. Veja o pessoal tem uma certa deficiência em saber como lidar com o governo, a maioria tem medo, pois acabaram fazendo isso para que não fossem pedir favor tipo emprego para deputados e vereador, assim impingiram o medo ao invés de dar escola de qualidade para esse pessoal. Assim como fico esperando a hora da minha terapia e aproveito para ler um livro, sempre tem gente que se perde ou até entra no banheiro errado, já que não consegue ver a placa descriminando banheiro e o sexo. E quando a faxineira está limpando o banheiro, não tem placa ou informação para o pessoal usar o banheiro de deficiente do lado. Uma faxineira estava limpando e uma senhora chegou para usá-lo, e ela apenas falou que não podia, eu, que estava do lado, informei a senhora que poderia usar o banheiro ao lado. Quando a gerente me liga para dar a informação ela me diz que é norma a placa ficar invisível ao público. Me pergunto, para que serve ligar ou mandar e-mail para a ouvidoria se ninguém resolve nada apenas faz estatística dos fatos e obvio que esse detalhe do banheiro nenhum ser limitado idoso e se fazendo de coitado vai ter peito de reclamar com o serviço público e assim a reclamação continua sendo estatística e não não um serviço que alivia o próprio governo e o paciente de se aporrinhar quando tem que ir ao posto médico por que é pobre e o custo da saúde no brasil é absurdo. Fico pensando em ChiqueChique da Serra onde o médico é único e cubano, como será que são tratados os ignorantes da cidade? E depois reclamam que a população se medicar por conta própria. A nova consulta com a endócrino está marcada para Outubro. e fui atendido por ela em Março. 
         Quer saber mais, me pergunte, pois ainda tenho muita história e não estória para contar. 
         LAMENTÁVEL!
        
          

segunda-feira, 3 de abril de 2017

DIFÍCIL É FALAR PRO CANCRO QUE TEM FORMAS MAIS LÓGICAS DE PRESTAR SERVIÇO A UMA POPULAÇÃO.



           Esse é o posto da Vila Bertioga em que sou atendido tanto para clinico geral, terapia e especialidades. Hoje ele é vermelho e branco pois foi ampliado pelo PT do Rabbad, mas a ineficiência burocrática continua a mesma. Nada mudou, vamos ver se uma dor de lógica aplaca essa enorme estupidez. O cancro do texto visa frisar que existe gente com cabide de emprego apenas para garantir um trabalho maior para o contribuinte e garantir o emprego dele junto ao custoso imposto que pagamos. 
           Como todo mundo sabe, falar com telemarketing seja de que empresa for, principalmente telefonia, internet e e outras que são monopólio é uma tremendo saco, Pois se A esta para B e assim concluir com C pode ser feito, mas se entrar um x na equação "cabÔ". Toda a burocracia vai pro lixo. O mesmo acontece no Estado. 
        Vou dar um exemplo, velho e ultrapassado, pois a empresa que vou citar, não trabalha mais assim, reduziu drasticamente a equipe de vendas e vendeu fracionada o que produzia. Hoje ela trabalha com distribuição pelo atacado. O cliente que desejar ter seu produto para revender, vai a um atacadista e compra o produto.
        Um sistema burocrático tem que prever todas as possibilidades IMPREVISTAS para poder funcionar, principalmente por que trabalha com consumidor ou contribuinte e não com comércio meio que vai lidar com o consumidor.
         A empresa que vou citar tinha o monopólio de açúcar em São Paulo ou no Sudeste e Sul do Brasil. No Centro Oeste ela agia, mas com a venda principal era de açúcar cristal ela não era um monopólio ali. Tanto o açúcar como o café eram tabelados, se alguém lembrar da Sunab, velhos tempos do autoritarismo. O açúcar a margem de lucro que o comerciante tinha era de centavos, mas se ele não tivesse açúcar no seu estabelecimento, o cliente não comprava nada e não voltava mais, assim se vendia açúcar para ele poder atender seus clientes Um caminhão da empresa as 6 da manhã distribuindo 60 kg de açúcar para cada empório que existia em São Paulo. A margem do café era maior, eram 8% se não me engano, mas a empresa para dar algum desconto tinha que ter quantidades expressivas de consumo e 2 kg de café não era considerado um bom consumo, muito menos se fosse de quartinho(embalagem de 1/4 de quilo) já que o custo de produção era maior que o de meio quilo. Mas quem comprava 2 quilos queria de quartinho. 
        Como eramos 90 vendedores com motorista e mais uma equipe que cobria falta e férias, passávamos de 110 funcionários para São Paulo apenas com uma função, vender 4 produtos: Açúcar, Café, Sal e Cristal. Um número reduzido de produto e o esquema era dirigido condicionante e eficiente, não havia falha. Em uma semana a Grande São Paulo estava abastecida de Café e Açúcar.
        Bom vamos aos fatos. No posto em referência, acontece de ter uma pediatra, um ginecologista, duas clinicas gerais, um consultório dentário, que não imagino quantas dentistas tem e uma psicologa. Acho que cobri tudo no Posto. A outra divisão é o AMA que são especialidades, isso é, proctologista, urologista, endocrinologistas, cardiologistas e outros "istas" que possam existir. Bom eu estive na endócrino em 13 de março, por causa da bariátrica tenho que fazer consultas constante, que foi marcada para OUTUBRO, (rir por que eu tô fodido. Não sei se fudido com u fica melhor, mostrando o quanto estou fudido) isso para entregar exames de sangue das vitaminas e sais minerais que devo manter equilibrados, porque a absorção do intestino se tornou mais precária da absorção deles.
        Assim como vinha dizendo, fiz a consulta em 13 de março a endócrino, disse pois estava reclamando de forte acidez estomacal e isso foi o que me levou a comer mais e assim descontrolado e ficar estupidamente imenso ou morbidamente imenso. Assim ela recomendou que eu passasse por um Gastro para logicamente pedir uma endoscopia e verificar se tenho alguma úlcera, nova, pois a velha está no duodeno onde mais nada passa de alimentos. eu falei:
        -- Ora basta você me dar uma guia que peço para marcarem.
        -- Eu não posso, você tem que pedir para um clinico geral. 
        -- Tudo bem, sou paciente de uma delas e posso pedir.
        Creio que era uma 4ª feira e como a médica que me atende está lá apenas de 2ª e 3ª e toda segunda vou ao posto, pensei em fazer isso na segunda.
        Bom a médica estava acamada, e a outra estava de férias. Pensei volto a semana que vem. Legal. 
        Na semana seguinte a mesma situação, uma doente e outra de férias. Sabe qual é a maior piada desta semana; a situação não mudou, elas não estão no posto de saúde. Não vou entrar no mérito se as médicas merecem ou não estar em casa, pouco importa isso para mim. Mas não ter nenhuma médica clinica geral que possa atender a população da região é um acinte. Meu se um hospital municipal ou um outro posto tem 4 médicas clinicas, desloca uma para o nosso posto e dá prosseguimento ao atendimento dos necessitados. Isso é prática em qualquer empresa é administração básica. Mas por ser gratuito e público, pouco importa a necessidade do cidadão que paga imposto e depende do posto porque a aposentadoria não lhe permite nem pagar a condução para ir ao posto, por isso resolveram dar a passagem de graça para idoso, pois ele é um coitado que acreditou no governo.
        E olha a burrice, ou ineficiência ou mesmo um grande acinte, já que custa muito caro manter médicos especialistas em número suficiente para atender a população. Assim se cria burocracia para atrasar mesmo o atendimento, além da burocracia em distribuir para os cafundÓ do judas para se conseguir a consulta, se leva mais tempo de transporte que de consulta. Agora imagine quem tem que ir de ônibus. Sim o tempo de 3 horas que levei para ser atendido na Rio das Pedras foi de carro e levou 3 horas entre ida e volta e no meio do dia.
        Bom em suma, pela ineficiência e inoperância da prefeitura, uma cirurgia cara e que dependia minha vida foi feita no melhor hospital sobre o assunto e agora estou amarrado na burocracia da prefeitura.
        Ah, mais uma adendo: sabe o que é ainda pior, se a endócrino tivesse me dado a guia eu teria que passar pelo clinico geral para poder dar entrada para marcarem a consulta, e fui cobrado pela gerente do posto isso, como dizendo, se a médica não deu o problema não é nosso. Isso por que ela estava tentando defender o direito das médicas e jogar o erro para outro lado, quando a incompetência é do secretário da Saúde e dos aspones incompetentes que estão mais interessados na boquinha que fazer regras ou normas mais eficientes que atenda a população ou com o conluio do prefeito, por não ter dinheiro para contratar mais médicos, mas tem para fazer média com os interesses políticos do partido e da câmara.
       Vou mandar esse texto para a Câmara do vereadores, para o secretário da saúde não adianta pois vai para a ouvidoria e eles ignoram e talvez para algum jornal e para o MP. Como tudo é política se houver mais gente com problemas na saúde em atendimento e quiser expressar para quem comanda tal esbornia, fique a vontade para descer a lenha no pessoal, quem sabe isso melhor e jogam mais dinheiro para a saúde e retiram os ladrões da caixa d'água que tanto mal fazem para a população brasileira, já que não é só de São Paulo tamanha incompetência.