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quarta-feira, 31 de maio de 2017
A ENORME DIFICULDADE DE AJUDAR O GOVERNO A NOS AJUDAR
Como é difícil e até impossível tentar mudar uma norma governamental para fazê-la funcionar dentro do objetivo que o serviço pede.
Mudaram a norma para coleta de sangue. Como todos sabem, para se fazer uma analise do sangue a pessoa deve estar em jejum de ao menos 8 a 12 horas para que os níveis de vitaminas, sais minerais e outros possam estar no plano mínimos de saturação e assim poder ser medidos com um padrão ou dentro de uma norma que se diz comparativa de normalidade. Antes o sistema marcava por dia o número de pacientes que iriam tirar sangue, assim não havia a necessidade se chegar as 6:30 ou antes, ainda mais nessa época que a temperatura é baixa e a maioria é idoso e assim já possuem uma mais baixa resistência ao clima e as intempéries de doenças. Assim há 3 anos atrás, quando fui ser atendido pela primeira vez e foi no mês de Junho, mais gelado ainda que Maio, um monte de gente sofrendo com o frio e a maioria idoso esperando do lado de fora do posto (antes da reforma) eu impus ao guarda a necessidade do pessoal entrar para fugir do frio, afinal todos poderiam ficar mais doentes por estarem esperando no descampado e assim representar mais gastos ao governo.
Depois me informaram que não podiam abrir o posto antes das 7 h, apesar de ter uma atendente dentro do posto desde as 6:30 h da manhã. Bom, reclamei com o Gerente responsável e espero que tenha deixado o pessoal entrar antes do horário, que exatamente eles pedem para que se chegue meia hora antes da consulta marcada. Não é uma ironia?
O fato de hoje. Eu realmente não chegava as 7 h para tirar sangue mas as 7:15 h por ai, quando a fila estava menor e eu poderia ler meu livro sossegado sem me preocupar se seria ou não atendido, pois tinha o horário marcado para tirar sangue e havia um número pré estabelecido para isso que seriam mais ou menos 30 pessoas. Bom, mudaram o critério. Ou melhor, falaram que este critério estava fora das normas e que a norma impunha que se viesse e se atendesse o número de pessoas até o limite de tempo, que creio que seria as 7:30 h pois teriam que levar a coleta para o laboratório logo depois da coleta. O que me parece meio burro, já que um exame de sangue demora para ser realizado com resultado um mês ou 30 dias se preferir. Talvez por que o médico passa lá cada mês para assinar os exames e não todos os dias como deve ser, já que esse tipo de exame não demora mais de uma semana para ser realizado como outros, pois o que limita é o número de pessoas para realizar o exame e não o exame em si. Afinal para que a pressa, já que o sangue ou outro produto como urina ou fezes possuem produtos que conservam o sangue para o exame proposto? Não tem sentido algum. Alguma razão tem, mas qual seria é uma incógnita, mas se seguir o dinheiro deve se chegar a alguma conclusão.
Assim eu fui as 6:30 h da manhã para não ser obrigado a voltar no dia seguinte já que brasileiro adora amanhecer em filas para ser atendido. Não é triste isso? Depois de trabalhar 30 anos ou mais se aposentar e continuar trabalhando pois ele não consegue se aposentar com um salário digno, diferente dos funcionalismo que se aposenta com todas as mordomias e ainda com 100% do salário dos que ainda estão ativos e o pior somos nós que os pagamos com a nossa merreca de aposentadoria, ainda somos obrigados a ser tratados como gado ignorante que temos que ser obrigados a encarara arrogância do funcionalismo dizendo que é norma e não a lógica que comanda a irresponsabilidade empregatícia de cabidões de emprego.
Só uma adendo aqui: E a prefeitura esta pedindo para se economizar ou racionalizar os gastos com equipamentos e material de uso. É brincadeira? Uma coisa por que até agora não processaram o Rabbad já que deixou a prefeitura na pindaiba? Mandando ele devolver a grana que foi gasta irresponsavelmente? Ai vão responder que não existe uma lei que puna incompetência e assim não podem obrigá-lo a pagar pelo que lesou o governo. Quer dizer a lei de responsabilidade fiscal não vale nada.
Voltando Cheguei ao posto as 6:30 h, mas não havia um só funcionário do posto para orientar quem chega-se, quem fazia isso eram os seguranças que não sabem lidar com o povo, mas sabem mandar e se estressar com quem vai reclamar com eles esquecendo que quem paga o seu salário somos nós. Percebi que mandaram entrar uma parte do pessoal, assim fui ver do que se tratava. Quando fui perguntar o segurança, não quis falar comigo, já que ele estava coordenando o serviço de atendimento, mas que ele estava fazendo além da sua função. Tive que insistir e grita que eu estava ali para tirar sangue. Bom, ele se espantou e disse que aquela turma que tinha visto entrar era para tirar sangue. quer dizer se tivesse mais de 30 pessoas para essa função eu teria que voltar no dia seguinte em jejum novamente.
Após conseguir entregar os papeis para o exame de sangue fui tentar ensinar ou apenas mostrar o outro lado para ele. Mas você apenas sendo um ninguém na hierarquia funcional da prefeitura ele vai fazer todo o possível de te evitar e não falar e impor a norma como correta. Em suma, eles contratam QI de Ostra ou de Ameba para atender o publico já que apenas devemos ser o cocô da Mosca do esterco do cavalo do Bandido. E o pior e a administração acredita que devemos ser tratados com educação formal e não que os funcionários estão lá para resolver o problema do paciente. Eles confundem cerimonial com o objetivo da função que exercem atender e curar o paciente de seus problemas.
Assim fui ver a Gerente do posto para falar, pois o QI tão baixo não permitia que pudesse haver um diálogo com o funcionário subalterno. E qual não foi o meu espanto, a gerente não estava, mas perguntando a hora da sua chegada, foi me informado que seria as 8 e tanto. Obviamente eu questionei, não é 8 horas ou 8:30 é oito e tanto? Bom ser funcionário e ainda poder fazer seu horário.
Então eu liguei as 8:30 para falar diretamente com ela para não ter que usar a ouvidoria que iria mandar a reclamação para ela, assim eu iria objetivamente falar com a pessoa não que resolvesse, mas responsável.
Mais um adendo: A função de uma gerente são três, e é política. A primeira saber da necessidade do corpo de funcionários e o que lhes é necessário para cuidar com perfeição de seu trabalho. O Segundo é o cliente ou no caso o paciente saber ouvir seus reclamos e verificar que o sistema não o esta atendendo devidamente e gerar minutas ou estipular ou sugerir normas que possam atender ao paciente, aos funcionários e ao patrão no caso a Secretária de Saúde e suas normas. Mas parece que o ideal é falar para o paciente, é assim quer, quer, não quer, pague um plano de saúde. Um idoso, nem com toda aposentadoria dele consegue pagar um plano de saúde. Ou ele paga o plano e não compra remédio e comida, ou compra comida e se sujeita a ser humilhado pela arrogância do serviço público que ele paga caro para não ser atendido nas suas premissas de cidadão honesto. Se ao menos o salário mínimo fosse de 4500 reais como o Dieese calcula com base na legislação que o instituiu no governo Vargas, daria para pagar o plano de saúde e não depender do péssimo serviço da prefeitura, como se o plano fosse melhor como tem gente que acredita, mas funciona do mesmo jeito e o pior se eles puderem não fazem os exames necessários para reduzir os custos e o lucro ser maior para os proprietários do plano.
Só outro adendo: O Salário mínimo de 4500 seria real hoje com o custo de vida como esta, mas obviamente com um aumento no custo do salário mínimo as coisas também seriam acrescidas e assim se lavaria alguns anos para poder fazer essa conta se equilibrar, por que toda matéria prima é gratuita, o que é cobrado é o trabalho e o investimento de quem produz alguma coisa ou presta serviço de alguma coisa.
Bom, liguei para o gerente e ela estava mais interessada em me impor a norma como se eu fosse um coitadinho como todos que vão ao posto e não alguém com alguma cultura que conhece medicina, biologia, administração, exames laboratoriais e de quebra política governamental e a infeliz política brasileira.
Depois que se reclama o pessoal fica meio indignado por que se reclamou, e outros casos com essa mesma gerente.
Passei pela endócrino, que por ser gordo e ter feito a bariátrica tenho problemas com o estômago, pois a acidez é muito forte e eu como para acalmar a revolta e o nervosismo como nesse caso que estou expondo. Assim ela deveria me dar uma requisição para um médico gastro, já que há a necessidade de verificar se estou conseguindo uma úlcera ou é ainda meu processo psicológico que é ativado pela burrice alheia e não pela objetividade do serviço. (pessoas arrogantes devem ser tratadas com arrogância para ver se percebe que é o tratamento delas que nos leva a tratá-la da mesma forma) A médica disse que não poderia me dar uma requisição e eu deveria pedir para um clinico geral. Tá aceitei. Pensei em fazer um encaixe com a clinica geral. (Encaixe - esperar que alguém falte ou se esqueça da consulta já que se marca com muita antecedência por que falta médico e assim você ocupa a vaga de quem previu que ia ficar doente, mas estava bom no dia da consulta {POR FAVOR ISSO É UMA IRONIA})
Qual não foi o meu espanto, que as duas médicas que ficam no posto estavam ausentes, uma de férias ou licença e quando você perguntava vinha a resposta a frase implícita é direito dela, e no caso da outra por um problema de rompimento de tendão teve que se afastar, e assim o posto ficou 30 dias ou mais sem um clinico geral. Mandei a sugestão à ouvidoria que deveriam pegar um médico do pronto socorro João XXIII e fazer dar plantão no posto cobrindo o horário das médicas até que uma delas pudesse voltar. Esperaram a médica de licença voltar e assim no dia em questão parecia que estavam dando uma festa no atendimento ou distribuindo comida grátis ou que tinha caído balão, já que toda a Mooca estava no posto para conseguir uma consulta ou marcar uma. E o pior mandei um texto que fiz no blog como esse reclamando e indignado, já que isso é norma administrativa básica para qualquer organização seja pública ou privada, ter substituição no imprevisto. Mas nós como disse somos apenas o cocô da mosca. Até a gente conseguir ser o Xerife ainda está longe demais. Falei com a gerente, ela me questionando até que pedi para ela me ouvir e poder explicar, ai ela falou: É eu já falei para eles. Ner pur nada não, mas não conseguiu resolver nada. Incompetente, né não? Mandei para a ouvidoria a sugestão e a solução do problema, mas eles não leram o que escrevi, e mandaram um resposta meia estúpida. Legal, eu mandei a resposta, Não é relevante a falta de médico? Bom eu tinha mandado meu nome real, meu telefone, meu endereço, o nome do posto o endereço do posto que uma vez um iletrado do Ministério público por ser o posto da Vila Bertioga e não da cidade de Bertioga, pediram para que eu reclama-se na cidade e não aqui na capital. Vila Bertioga, fica na Mooca, ou melhor alto da mooca e é uma vila onde o Serra nasceu ou viveu por muito tempo na sua juventude. Estranho alguém que faz concurso não conhecer a cidade que ele ajuda administrar. E o piro ganha muito mais do que eu, e eu sou obrigado a ensinar as coisas da profissão dele. Né fácil, né?
Como sempre estou vendo anormalidades e fico cobrando soluções, achei que não deveria reclamar sobre um piso solto na Odontologia do posto e falei com uma atendente para avisar a Gerente. Não sei se arrumaram, mas ela depois que falei com a ouvidoria, ela me ligou e disse que estava no cronograma para ser realizado. Meu isso se resolve com cola de tapeceiro, e demora 15 minutos, ou cola de contato.
Na mesma proposta que mandei para a ouvidoria sobre o piso comentei sobre o sistema de sinalização de banheiro. Veja o pessoal tem uma certa deficiência em saber como lidar com o governo, a maioria tem medo, pois acabaram fazendo isso para que não fossem pedir favor tipo emprego para deputados e vereador, assim impingiram o medo ao invés de dar escola de qualidade para esse pessoal. Assim como fico esperando a hora da minha terapia e aproveito para ler um livro, sempre tem gente que se perde ou até entra no banheiro errado, já que não consegue ver a placa descriminando banheiro e o sexo. E quando a faxineira está limpando o banheiro, não tem placa ou informação para o pessoal usar o banheiro de deficiente do lado. Uma faxineira estava limpando e uma senhora chegou para usá-lo, e ela apenas falou que não podia, eu, que estava do lado, informei a senhora que poderia usar o banheiro ao lado. Quando a gerente me liga para dar a informação ela me diz que é norma a placa ficar invisível ao público. Me pergunto, para que serve ligar ou mandar e-mail para a ouvidoria se ninguém resolve nada apenas faz estatística dos fatos e obvio que esse detalhe do banheiro nenhum ser limitado idoso e se fazendo de coitado vai ter peito de reclamar com o serviço público e assim a reclamação continua sendo estatística e não não um serviço que alivia o próprio governo e o paciente de se aporrinhar quando tem que ir ao posto médico por que é pobre e o custo da saúde no brasil é absurdo. Fico pensando em ChiqueChique da Serra onde o médico é único e cubano, como será que são tratados os ignorantes da cidade? E depois reclamam que a população se medicar por conta própria. A nova consulta com a endócrino está marcada para Outubro. e fui atendido por ela em Março.
Quer saber mais, me pergunte, pois ainda tenho muita história e não estória para contar.
LAMENTÁVEL!
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sábado, 10 de dezembro de 2016
COMO VEJO A NOSSA EVOLUÇÃO NO PLANETA TERRA
Infelizmente o povo de uma certa forma, sendo rico ou pobre, são muito limitados na sua interpretação sobre como o será o futuro terreno.
Não
sei como lidar com isso, já que vai ser um texto político e religioso.
Primeiramente vamos falar um pouco sobre a parte política.
O
que vem a ser política de uma forma simples? A adequação dos interesses de
grupos em relação a uma nação ou uma cidade visando o BEM ESTAR GERAL. Quando
se fala em interesse, estamos falando em dinheiro ou meios de se conquistar o
meios necessários para a sobrevivência. Esse fato ultrapassou a mera
alimentação para passarmos para ostentação. E foi a inveja de Marx que o fez
lançar uma doutrina de ódio contra uma classe que se valorizava pelo poder e
abastança que tinha sobre a humilhação dos mais infortunados.
Obvio
que quem conseguiu acumular uma fortuna fez isso por saber ou compreender como
o mercado funcionava e pode tirar proveito das oportunidades que lhe apareceram
para realizar esse objetivo. Se foi honesto ou não isso passa a ser outra
história já que muitos fizeram isso sendo padres ou entrando para o exército
visando ter poder e estabilidade econômica. Quer dizer onde estaria a vocação
ou a virtude para exercer a profissão que estavam abraçando. Os mais espertos
evitavam o que não eram bons em fazer e partiam para a conquista das funções
que mais os agradassem e permitissem chegar a seu objetivo: ENRICAR.
Isso
de uma forma geral é o que fazemos hoje e muitos se frustram por não
descobrirem suas reais qualidades para poder realizar uma vida de trabalho
feliz, onde realiza sua função por prazer e não por mesquinhez.
Na
verdade nada se perde na vida, pois isso servirá de alguma forma permitindo uma
melhor capacidade intelectual prática para lidar com a vida no seu futuro. Por
isso a aposentadoria é um fato importante para que o ser humano possa refletir
sobre sua vida e suas conquistas, mesmo que não tenham sido boas na sua
concepção, mas que deve observar o que aquilo lhe acrescentou.
A
parte religiosa dessa visão é a tentativa de se compreender os objetivos da
vida. Inutilmente seria sensato acreditar em uma vida única na face terrena
para nos tornarmos bons. Se pensarmos nos trogloditas que são nossos ancestrais,
não creio que existia algum ser bom e humano que quando sentisse fome não
saísse dando com o tacape nas criaturas menos capazes de sobrepujar a sua força
e assim ter sexo e alimento para sobreviver em um mundo altamente violento sem
regras e justiça, na nossa visão. Isso impossibilita que Deus permita que um
troglodita entre no paraíso com todo esse instinto assassino em suas mãos.
Obviamente ele não entra, pois irá desarmonizar todo o paraíso. Assim ele
reencarna para aprender como lidar com as dificuldades existentes.
Para
Deus seria muito mais prático não fornecer o livre arbítrio ao home e torna-lo
um robô como atualmente estamos fazendo com a linha de produção automobilística
ou de linha branca ou de eletrônicos. Afinal nós podemos fazer escravos.
Deus
prova que nos ama permitindo a nós tomarmos nossas decisões e sofrermos as consequências
de nossas ações, o famoso plantar e colher. Isso nos possibilita a compreender
como a vida funciona e quais são as leis da natureza, ie, as leis Divinas já
que são essas leis que o Amor Divino nos dá e que permite formar o Universo e
não só a Terra como Moisés expõe a uma povo ignorante mas que podia compreender
aquela alegoria como verdade.
A
antropologia de uma forma geral vê a bondade e assim o marxismo como uma coisa
futura de organização social. Mas Marx esqueceu que o homem não é o robô que
Deus não quis criar, pois seriamos meros empregados como vemos em países que
ainda usam essa técnica depressível como meio de governar. A ciência faz isso
para compreender as verdades científicas quando limita os meios permitindo que
apenas uma variável possa ser mutável, pois ai passa a ser possível variá-la
para descobrir como ela funciona e qual a sua função. Foi isso o que Marx fez
com a sua filosofia, esquecendo que o homem tem sua função e seus interesses
visando o seu aprimoramento, ie, aprendizado.
O
que precisamos aprender? A amar. Fácil, não? Não. Vamos voltar ao troglodita.
Somos animais como todos os outros que habitam a terra em qualquer momento da
sua existência, pois derivamos dele. Por que isso? Deus quis demonstrar que
tanto o espírito como a forma do corpo químico evoluem através dos estímulos do
meio ambiente. Assim tendo um protozoário que nade no oceano rico em meios
orgânicos, ao se encontrar em novas áreas diferentes de onde nasceu tenha
problemas na manutenção da sua vida. Assim ou ele se adapta ou morre. Com as
bactérias isso é mais rápido pela constante divisão e haverá sempre uma mutação
gênica que permitirá ao indivíduo sobreviver e assim a sua forma vai se
transformando pela capacidade de adaptação que conseguem nesse meio novo. Assim
o espírito também se modifica se aperfeiçoando.
Mas
como sabemos os animais são instintivos, isso é agem pela vontade e o
troglodita não poderia fazer diferente, já que não consegue se comunicar por
palavras, mas talvez por gestos ou em algum momento conseguiu se expressar
assim e dependeria do “ouvinte” conseguir interpretar se por acaso tenha vivido
a mesma experiência que o outro, e assim forma-se a amizade, você começa a
vencer a solidão. Em um outro passo, você, como troglodita ainda, percebe que
teve um filho com aquela euforia louca de espancar a mulher para se aliviar das
tensões sexuais, pelo estimulo visual. Pode até ter ferormônio nessa época, ai não
teríamos a necessidade de usar o tacape, mas acabaria se favorecendo e sendo
atraído pela química feminina(cio) e assim haveria uma coisa mais harmoniosa
que apensa uma pancada na cabeça. Mas isso é conjectura.
Quando
o home consegue sentir amor pelo filho que nasce, a mulher instintivamente
sente isso e sabe instintivamente que deve proteger o novo ser que nasceu de
si. O pai percebendo isso e vai depender da harmonia entre os dois, mulher e
homem, começa a intuir que aquele filho é dele e daí vem a necessidade de
cuidar e ser o provedor daquela família e assim começam a se vencer a primeira
barreira ao egoísmo humano gerado pela lei de sobrevivência que todo ser vivo
possui na Terra. Honestamente acho isso uma maravilha.
Obviamente
que a harmonia nunca será plena, já que as experiência de vida de ambos (marido
e mulher) são diferentes, pois cada um viveu uma necessidade em algum ponto
diferente ou percebeu algo distinto que o outro não notou. E essas discussões
ou desacordo é o que leva o ser humano a se modificar para se adaptar à
situação que estão vivendo e assim aprendendo a amar.
Nesse
momento essa evolução é relativamente fácil dependendo do orgulho do casal, já
que o orgulho também faz parte do instinto e as diferenças são relativamente
pequenas, muito diferente das de hoje onde a cultura e experiências de ambos
são muito diferentes. E o que se espera é encontrar alguém mais parecido com a
sua personalidade para ter uma vida com poucas mudanças ou com objetivos muito
comuns para poder ter uma vida mais produtiva. Já que ambos visam um bem comum
a sua evolução.
Com
a reencarnação vamos sendo passíveis de ter mais justiça que privilégios
durante a vida. O rico e capaz de gerenciar o mercado é o elemento vital para
que os que não tendo essa capacidade de mercado possam encontrar meios de
sobreviver e darem sua contribuição ao meio ambiente, um com a fábrica o outro
com sua mão de obra e assim baratear os produto e ter uma igualdade maior para
todos no sentido material.
Mas
obviamente o dinheiro é uma forma de meio de pagamento egoísta, pois ele não
consegue estipular um valor real a nada, mas pelo interesse, o que é mais
procurado em relação a sua produção é mais valorizado do que o menos procurado.
Isso é uma forma egoísta de ver o mundo já que temos que dar valor a tudo sendo
real ou não pelo trabalho que pode gerar.
Mas
se percebermos o que Pero Vaz de Caminha falou de nossa terra, “aqui se
plantando tudo dá”, demonstra muito bem que Deus proveu tudo de graça para
todos e não disse que este ou aquele é que poderiam comer, mas aqueles que
trabalhassem e soubesse o que estava fazendo para poder sobreviver.
Mas
menosprezar o dinheiro por causa do nosso egoísmo, não creio ser o objetivo
terreno, como o louco do Bakunin, que menos prezava esse meio de pagamento e
não acreditava em chefia traçou uma filosofia onde ele IMPUNHA que o mundo
deveria ser anárquico, onde cada um faria o que deseja-se. Não seria errado se
o homem tivesse RESPONSABILIDADE, em lidar com o todo e não apenas com os seus
desejos, nem sempre sociais, mas escusos. Isso demonstra que somos nós que
precisamos do dinheiro e não que o dinheiro precise de nós. Nós é que temos que
aprender a lidar melhor com a vida e não massacrar quem conquistou mais
dinheiro na vida, por que trabalhou mais e soube usar das suas habilidades para
acumular bens e benefícios. Isso no meu entendimento se chama inveja e não
igualdade social ou abuso social. A responsabilidade dele é criar meios que
possa fazer com que os outros venham a DESFRUTAR desses benefício conseguindo
um emprego que o leve a sustentar sua família e a si mesmo, compreendendo os
seus limites e se se for o seu desejo de amealhar fortuna verificar o que lhe
falta para poder seguir o mesmo caminho e investir nessas qualidades, seja
estudando, se desenvolvendo ou investindo financeiramente no seu futuro.
Obviamente
um dia poderemos um dia ter esse paraíso terreno quando aprendermos a comer o
que precisamos para sobreviver e não por prazer, compreendermos que a nossa
moradia é um bem emprestado que um dia o deixaremos, pois acabamos morrendo e
nem o corpo vamos levar já que ele é terreno e nós espíritos. Mas hoje se ao
dar uma carona ao desconhecido ou mesmo ter um serviço de taxi nunca se sabe se
conseguimos chegar em casa vivos para podermos descansar, como podemos ter esse
paraíso se não confiamos em um ser humano desconhecido? Obviamente não podemos confiar
em quem não conhecemos, afinal podemos ser lesados por isso, assim temos que
nos proteger inicialmente de uma nova amizade, mas sem preconceito. No caso do
dar carona, se escolhe o passageiro por ter algum contato mesmo distante com
ele. Eu dava carona para vizinhos e estudantes da faculdade, já que morávamos na
mesma cidade. E assim tinha alguma segurança sobre a minha vida, onde não seria
prejudicado. Ao menos como expectativa, já que mesmo casais acabam se matando
ou se prejudicando um ao outro, tendo dito se amarem.
Assim
somos nós os responsáveis pelas dificuldades que temos na vida e nunca o outro,
já que ele passa a ser uma ferramenta de nossos desejos mais obscuros, criando
a dificuldade para podermos sanar a nossa falta de visão na bondade como na
caridade e assim pagamos um preço alto com o sistema que montamos para nos
proteger e que mais protege os espertos que se tornam políticos para se
diferenciar da massa popular. Muitos enriquecem por esse caminho lesando o
erário público.
Assim
o que Marx fez, foi dar uma ideia rudimentar de como podemos em um futuro compreendermos
como facilitar a vida dos que estão chegando ainda com uma deficiência
intelectual sobre o planeta para poder sobreviver e assim ajuda-lo a construir
a sua vida, como os imigrantes faziam por serem compadres da mesma pátria. Que
pelos interesse isso foi se perdendo com o egoísmo dos mesmos patrícios ou com
a intepretação errada da visão de um e de outro, não compreendendo os
benefícios disso e não sabendo reconhecer quem errou, pedindo desculpas ou
outro acreditando que merece ser tratado como Rei e não como amigo.
O
mesmo acontece com Bakunin que faz uma filosofia onde o homem é o centro do
universo, mas não estabelece responsabilidade social com o meio além dele
mesmo.
Uma
vez ouvindo Provocações do Antônio Abujamra, quando entrevistava um anarquista
ele expos uma proposta diferente da de Bakunin, onde ele citava a
responsabilidade como meio da sua implantação. O entrevistador, falou que não
desejava ter responsabilidade, mostrando que seu conceito de responsabilidade
era um formigueiro ou uma colmeia e não a responsabilidade de ajudar o próximo
por vontade própria e não por imposição.
Nós
teremos um dia o paraíso aqui na Terra onde todos vão se amar e ajudar os
amigos e desconhecidos para termos uma vida de felicidade, mas para isso
precisamos compreender muito bem todos os nuances das leis que regem o universo
sejam elas mecânicas ou psicológicas. E a antropologia erra em acreditar nessa
comunidade mágica onde todos se amam e não que competem entre si.
Só
um adendo sobre competitividade. A competitividade em um primeiro momento é
produtiva, pois motivado pela inveja e ter perdido para o outro, o faz se
esforçar para atingir o mesmo patamar ou superior, mas chega um momento no
amadurecimento humano que se compreende que a competição é consigo mesmo e não
com o outro, já que o corpo perde suas habilidades com o passar do tempo e a
mente mostra melhores aptidões para um caminho diferente daquele que estamos pleiteando
e assim a competição passa a ser conosco mesmo para aprendermos a ser feliz,
mesmos com a limitações que possamos ter em relação ao meio ambiente e ao nosso
corpo e os meios possíveis de instrução. O nosso grande trabalho é vencermos a
nós mesmo para vivermos no paraíso que um dia formaremos aqui na Terra ou no
céu para os que podem enxergar mais longe. Assim criminalizar os outros pela
sua dificuldade é fugir da premissa de lutar contra a sua má índole recebendo
mordomias injustas em uma república e não uma igualdade de meios para todos se
desenvolverem. Como todos os deputados em uma reportagem ficou claro que a cada
dois dias um estava na Europa. Eu adoraria poder conhecer a Espanha e a Itália
que são a terra natal da minha família e compreender por que eu sou como sou,
pois aprendi com eles a ser o que sou. Se a república fosse honesta eu teria
meu direito pago pelo contribuinte de viajar para Europa e fazer uma visita à
meus familiares que ainda podem estar lá, já que todos os anos 178 brasileiros
poderiam viajar para lá por ano eu estando como 65 anos hoje talvez estivesse
chegando a minha hora de ter esse privilégio que só os 594 parlamentares parece
desfrutar dessa mordomia.
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