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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

GENTILEZA GERA GENTILEZA, MAS NÃO NA MOOCA



Não sabia se fazia propaganda do Extra novamente, mas o pessoal ao menos hoje estava mais feliz e a garota do caixa e a que vendem cartão de credito eram duas belezas e simpáticas, adorei brincar com elas, mas a do cartão de crédito queria fazer o véinho se endividar até a próxima encarnação.  Realmente se tivesse condições faria o cartão, para poder ajudar a moça. Mas já viu aposentado do INSS com grana? O muito que ele faz é dívida.

Mas não sei se é cisma minha ou sei lá preciso me benzer, mas eu não dou sorte com os clientes do mercado. Pensei que era por causa do Bolsa ter ganho a eleição. Mas então lembrei de uma vez que estava para estacionar no exíguo estacionamento e uma senhora tirando caixas vazias do carrinho do supermercado, atrapalhando para que eu estaciona-se pois ocupava a vaga do carro. Não sei se foi cara de pau ou era petista ou sei lá me achou com cara de idiota e falou que o carrinho não era dela, apesar dela estar tirando as caixas e pondo no carro dela, e eu sem poder por o carro na vaga. Se isso fosse verdade ela por uma questão de GENTILEZA, poderia me ajudar tirando o carrinho da frente e me deixando estacionar. Mas o ilusão, nóiz tá na mooca, meu! Ela simplesmente virou as costas e nem se preocupou com a minha situação. Não tive duvida empurrei o carrinho com o para choque do carro, notando que não a machucaria. Fechei o carro e a mulher começou a berrar que eu queria atropelá-la e que ia chamar o marido que era delegado. Eu falei chama. Veja tomei uma carteirada. E a mulher ficou falando sozinha.

Teve a colocação anterior, mas hoje foi mais estupido ainda. entre os corredores e as geladeiras o Extra da cassandoca deixou um espaço pequeno para reabastecer e passar carrinho, eles coexistem quando se passa vaselina liquida no carrinho. Como o rapaz da Danone estava abastecendo a geladeira e vinha uma senhora com o carrinho do supermercado tipo prato de pedreiro em restaurante de empresa, você não vê o cara, mas vê o prato. Achei que seria sensato deixá-la passar e depois eu passaria. Ainda tive que avisar o rapaz da Danone que como estava com a porta da geladeira aberta e de costas para o senhora pedi para fechar a porta ou retraí-la para a senhora passar. Não é que a mulher (aqui ela passa a ser mulher) para entre o palete e a geladeira me impedindo de seguir o meu caminho para pedir a caixa que o rapaz tinha na mão. tive que esperar e como ela se resolveu eu falei agora a senhora pode sair e eu seguir o meu caminho. A resposta:

- Quem está atrapalhando é o palete ( na verdade ela falou isso). 
Honestamente eu tentei entender como o palete poderia me dar licença, mas sinto informar, ele não saiu do lugar. Mal educado esse palete, você não acha? Meu fiquei indignado com o palete, mas ele é burro como porta e nem se tocou, mesmo eu sendo claro.

Será que o pessoal da Mooca mudou tanto?
Lembro da minha época de criança que morava no IAPI e que o divertido era ouvir o som do pessoal conversando na rua, era italiano, espanhol, alemão, turco, e português do tipo pois,pois e todos se cumprimentavam e entendiam. Mas parece que a evolução do bairro de vila operária ou bairro industrial para uma classe mais abastarda, abasteceu mais a arrogância que a sensibilidade do pessoal. Pessoal ainda não se tocou que a Mooca ainda não se deslocou para a Zona Sul e todos acham que tem direito, como a pessoa que reclamou de ser assaltada as 2 da madruga, e ficou parada esperando o pessoal chegar perto para fazer o assalto, já que estavam em um Gol creio e que passaram por eles parando o carro a frente e saindo do carro para os assaltar. E ela achou que seria isenta de assalto por que é ela. Isso para mim se chama soberba.

Parece que isso é o mal do pessoal da Mooca que sempre quis ser zona sul e odeia estar na Zona leste da cidade.

Honestamente não imagino o que pode ter mudado para sermos tão orgulhosos de sermos o que somos e ainda ficar querendo ter a paz de uma cidade do interior, já que aqui ninguém se conhece ou deseja fazer amizade. 

A MOOCA ESTÁ FICANDO TRISTE E ARROGANTE. E ISSO NÃO É POLÍTICA É EDUCAÇÃO, SIMPLES EDUCAÇÃO MORAL EFETIVAMENTE.


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

EU AMO A MOOCA!



Esta foto é do Extra da cassandoca. Ele está diferente em relação a essa foto. Hoje onde está a moto temos duas vagas uma para deficiente e outra para idoso e as duas portas para entrar no mercado estão abertas. Normalmente alguns carros param na frente da porta da direita da foto e um pouco mais atrás c onde creio há o sistema elétrico da loja.

Como sempre por causa de ônibus e caminhão a visão para ver o estacionamento é péssima, assim você vai pelo cheiro e intuição.

Quando estava chegando com a visão obstruída por ônibus eu notei um carro que estava saindo da porta da direita que estava saindo. Bom, eu embiquei para pegar a vaga. Nesse momento vi que havia um carro branco tentando pegar a vaga. Como sou idoso e tenho o cartão, olhando e vendo que a vaga de idoso estava vazia, pensei em ocupá-la, já que ele talvez não pudesse, já que estava parado exatamente na frente da vaga impedindo que se entrasse pelas vias naturais. Como obviamente eu estava embicado para a vaga e haviam, notem, haviam carros atrás do meu, o melhor caminho era eu avançar e colocar o carro na vaga de idoso, mesmo torno, pois assim eu sairia da frente dele e ele poderia por o carro onde deseja-se, já que após a porta da esquerda havia vagas para estacionar.

Mas qual foi o desespero do cara? Orra, meu, ele vai pegar a minha vaga, isso não pode eu cheguei primeiro e estou esperando a vaga faz tempo. Imagine o tempo que ele estava lá atrapalhando os outros.

Bom, ao avançar para ocupar a vaga do idoso o cara dá ré. A anta azeda não entendeu nada do que eu estava fazendo, e meu retrovisor do carro encostou na traseira do carro dele. Nada aconteceu e nem riscar riscou. Bom, o cara ficou me impedindo de manobrar para endireitar o carro e ficou reclamando que a vaga era dele. Veja que ainda não conseguiu perceber o que fiz. E eu mandando o cara andar, para poder manobrar, e nada do cara sair para eu poder manobrar.

Bom, larguei o carro torto mesmo pegando as duas vagas que foi uma infração minha, mas como ia apenas pagar uma conta e trocar os potes para minha filha, pensei em ser rápido. E realmente foi. Mas ao ver o cara no mercado agradeci e dei um positivo para ele. Não deveria ter feito isso, pois ele se achou no direito de ficar reclamando que ele estava certo e eu errado, mesmo concordando e dando a taça para ele, ele continuava reclamando.

Agora,  me explica como eu com pressa iria explicar para ele dando uma aula de  geometria e engenharia espacial comentar que o que eu desejava fazer e ele querendo se impor sobre mim, como se ele estivesse certo sendo assim o dono da verdade? Não tem como se perder tempo com ignorante. Na verdade não posso dizer que seja ignorante ou burro, pois o carro era novo e francês, não lembro a marca, que também não é relevante, o meu é um corsa velhinho de mais de 20 anos, já que eu não preciso ostentar poder, pois sou auto suficiente para ser eu mesmo. Assim só posso pensar no egoísmo social do pessoal da mooca. Bem parecido com a petralhada que estava no governo, pouco pirão, primeiro o meu, o bom é levar vantagem, Se tenho a faca e o queijo na mão o maior pedaço é meu. Sabe o pessoal sabe reclamar com o vizinho, mas não sabe reclamar com a prefeitura ou com o órgão realmente que o está prejudicando e assim despeja a sua frustração e revolta no coitado que está passando na rua.

Aqui na verdade o órgão a ser reclamado não é a prefeitura, mas o Mercado Extra que tem pouquíssimas vagas no local para atender a demanda de veículos que compram no mercado, mas para que eles fazerem um acordo com um n[úmero enorme de vagas de uma Igreja ao lado, creio, acho que chama Boa Nova, que fica ali vazia a maior parte do dia e acertar para que o pessoal pudesse usar as vagas durante o dia que estivessem vazias, ou ainda do outro lado tem o bombeiro e na esquina tem um terreno sem uso, que poderia ser usado para estacionar e poderia facilitar para o seu cliente que está na mão contrária da via, ou ainda com o poder que a Cia. Brasileira de Distribuição, essa é a razão social da empresa tem pelo valor de imposto que paga a prefeitura, não poderia fazer algo colocando vagas para estacionar ali no meio entre as pistas, ou ainda comprar as casas do lado do mercado e ampliar tanto o mercado como o estacionamento, Sabe eles tem dinheiro para conseguir isso. Tanto que no tempo do Rabbad eles estavam usando como agora estão  usando embalagem de isopor com furos para que o líquido  dos alimentos seja eles sangue  ou água possam ser absorvidos e assim garantir a pesagem com tudo de dispensável para você pagar e não ele, tendo a margem de lucro ampliada por esse mero consumo de algo que você vai por no lixo. Reclamei e falaram que não encontraram nada do que descrevi. Só desejava saber quanto o pessoal da prefeitura levou de bola, seja por avisar ou por fazer vista grossa a irregularidade, pois logo depois não se usava mais a tal estratégia virulenta contra o consumidor, mas isso voltou seja por uma alteração na portaria da que a regulamenta ou pro uma lei na câmara, como se isso fosse evolução e não abuso econômico.

Mas é claro isso o pessoal da mooca não enxerga, pois pode pagar, afinal ele mora no centro da cidade e são todos ricos, para que ficar cobrando picuinha, tenho que mostrar minha nobreza e riqueza e não me preocupar com desperdício e abuso econômico, afinal eu também posso abusar dos outros sejam os vizinhos ou mesmo os coitados ignorantes que encontro pelo caminho dando uma carteirada neles, do tipo sabe com quem está falando?

Quanta pobreza, egoísmo e orgulho torpe , meu Deus!


sábado, 24 de novembro de 2018

OS PSEUDOS CIDADÃOS DA MOOCA.











Bom, agora que tudo está exposto, vamos tentar descrever a idiotice do pessoal que mora na mooca.

Compramos um armário de cozinha e assim tivemos que desativar o que estávamos usando para guardar alimentos e utensílios domésticos. Isso é supomos que estávamos evoluindo materialmente. Mas era apenas ilusão, pois a única coisa que vale é o bom senso que o pessoal não tem. Evoluir materialmente não melhora a inteligência de ninguém.

Tínhamos que descartar os moveis velhos. Porém como sempre fazemos doações para a Casa André Luiz ligamos para lá, mas eles não quiseram pegar por estar desmontado e serem partes de cozinha planejada. Bom, o melhor meio seria ver quando passa o cata-bagulho e dispensar a coisa.

Ligamos para prefeitura na regional da Mooca e nos deram que a nossa rua pertencia à Água Raza, para esse tipo de serviço. Verificamos a data e constava que iriam passar no dia 24 de novembro.

Colocamos os móveis a serem descartados no dia 23 a noite. Quer dizer se passassem as 7 da manhã, ele s poderiam levar sem problema.

Minha filha olhou n a relação de ruas e notou que a nossa não fazia parte da água raza. Aproveitei e liguei para o 156 e constatei que tinham me dado a informação errada. Mas o caminhão iria passar na Rua Dr José Higino que está a 300 metros de casa. Como havia visto que tinham deixado um jogo de sofá ali na praça esquina com a rua. Pensei, bom o cata-bagulho passa por ali, mas como já passava do meio dia, fui ver se os moveis estavam ali para serem retirados, demonstrando que o caminhão iria passar. Dito e feito, passei por lá e ali estavam o jogo de sofá.

Voltei em casa e fui colocar os moveis nos dois carros para deixar ali na praça para o caminhão passar e recolher. Estamos colocando os móveis, um senhor que vive no bar ali perto veio tirando fotos da placa do nosso veículo e perguntamos porque, pois, ele iria denunciar à prefeitura que estávamos jogando entulho na rua.

Ai os outros cervejeiros vieram lá para fazer pressão e impor a sua vontade sobre minha filha e a mim, pois eles eram cidadãos conscientes e nós seres relapsos que não segue a lei e não tem cidadania. Só faltou nos chamar de petralha.

Apesar de se tentar explicar e esclarecer que havia o cata-bagulho, marcado para hoje e que passaria na Dr. José Higino, nos obrigaram a pagar 60 reais para um suposto jardineiro para carregar os moveis até o eco-ponto da Anhaia Melo para descartar os móveis. Não sei se fizeram pressão para dar a grana para o rapaz ou para terem uma comissão por terem arrumado trampo para o infeliz.

Como eu tinha que fazer algumas compras, fui para o Supermercado comprar o necessário. Quando eu volto, noto que aquilo que eu tinha posto ali foi retirado, mas o jogo de sofá continuava ali. Parei no Bar e fui cobrar do pessoal por não terem dado uns trocados para o rapaz e pedido para ele também levar o jogo de sofá. A Resposta:

__ Sou homem suficiente para fazer isso, pois fui eu que liguei para o rapaz vir pegar os móveis.

E então eu disse: E por que não fez isso?

A resposta ficou a mesma: Sou homem suficiente para fazer isso. Percebe que o cara tinha problema com a virilidade dele? Mas fazer o que? Você não tem um governo que age dentro da lei.

Propus a ele ligar para o 156, para se informar e a resposta foi:

O que que é isso?

Eu falei a prefeitura.

A prefeitura não faz nada.

Vamos analisar todo esse assunto agora.

Bom, eles estavam corretos sobre a prefeitura não funcionar, pois já eram quase 15 horas e o caminhão ainda não havia passado. Quer dizer o cata-bagulho não funciona, ainda mais no sábado que não tem ninguém na prefeitura para se reclamar sobre serviço mal feito como se isso funcionasse.

Veja eu pago IPTU, isso está sendo pago para a prefeitura fazer o serviço. Como eu pago o senhor que veio reclamar também paga, ao invés de sensatamente comentar que não seria possível descartar ali os móveis eu expondo que havia o cata-bagulho que passaria ali eles poderiam ser coniventes e fazer a verificação no 156 ou no Google e verificar que estávamos falando a verdade eu e minha filha. Aí poderiam nos chamar de ingênuos em acreditar na prefeitura.

Agora vamos ver outro aspecto. Como disse, colocamos os móveis no dia 23 a noite, lá pelas 23 horas na rua. Bom se eu estivesse com má vontade teríamos colocado ali na praça nesse horário quando o bar já está fechado e não tem ninguém na rua. Quer dizer não somos ingênuos para saber que é proibido e estávamos fazendo isso a luz do dia e próximo ao bar.

Depois mesmo com as explicações que demos, não quiseram saber se era alho ou baralho, o que desejavam era nos crucificar e não nos ajudar, assim tivemos que gastar um dinheiro que não tínhamos para poder resolver o problema.

Aí eu fico pensando, já que falaram que eu colocar os móveis ali era algo contra a cidadania. Fiquei pensando. Por que eles caíram de pau e se tivesse imposto a minha vontade o pessoal teria nos linchado, mas ninguém foi ou lembrou que o erro era da prefeitura e que a luta deveria ser contra ela e não contra nós. Percebe o egoísmo desse pessoal. Como eu e minha filha somos duas pessoas e não temos o poder de dar uma carteirada dizendo ser “Otoridade”, fomos obrigados a pagar duplamente por um serviço que já foi pago, como muitos que pagam escola para os filhos e outros que pagam plano de saúde ou ainda segurança para cuidar da sua casa ou de seu bairro. Mas não sabe EXIGIR ISSO DA PREFEITURA E DO GOVERNO DO ESTADO. Nós pagamos para ter o serviço. E agora como eu fico e como fica o jogo de sofá que não deram uma graninha para o carregador de entulho para levar o sofá junto, já que como estava levando o meu, poderia levar o jogo de sofá por um preço razoável, ou mesmo como disseram que eram cidadãos conscientes, o rapaz que o outro senhor chamou para carregar o entulho teria feito isso graciosamente, já que é um cidadão consciente como o cara que lhe arrumou o trabalho. Será que se isso tivesse acontecido eu teria condições de falar que o pessoal fica bebendo no bar e apenas olha o rabo dos outros e não o seu próprio para arrumar as merdas que fazem.

Um adendo: Me convidaram para beber uma cerveja, mas eu falei com todo orgulho que tenho: EU NÃO BEBO. Será que o problema ficou claro, ou ainda vou ter que desenhar para esse pessoal desse bairro aprender a se unir e não ficar tirando o cu da seringa e pondo na dos outros e nunca no cu de quem realmente deve ser posto?

Mais um detalhe: Vou passar por lá novamente talvez amanhã, pois hoje se for será de madrugada para fotografar a praça e ver se o jogo de sofá ainda está lá. Se estiver a prefeitura não cumpre o que promete e o pessoal não é cidadão consciente porra nenhuma. Caso não esteja ou eles pagaram para retirar ou a prefeitura passo e eu morri de graça com 60 reais que deverei achar um jeito de cobrar deles essa despesa. Eu tenho paciência para isso. Nem que leve anos, o que se planta colhe.

Como tentei resolver, além de ter pago para levarem o entulho.

Liguei para o 156 e relatei o ocorrido, e estou pedindo um crédito no IPTU de 60 reais para a prefeitura. se vou receber ou não, não sei , mas vou mandar isso para a ouvidoria da Câmara e para o MPSP, talvez não resolva nada, afinal quem sou eu? Ninguém, mas se uma suposta associação de bairro que um dos infelizes teve o desprazer de comentar que existia fizesse isso por mim e pelo bairro quem sabe que receberia de volta os 60 reais e um pedido de desculpas da prefeitura e da associação? 

Para mim o pessoal é tudo cagão, pagam por algo que não tem e reclamam com quem precisa e é honesto, dizendo que cumpriram a cidadania deles, mas quando eu perguntei por que eles deixaram que o pôr o jogo de sofá ali, eles disseram que não viram. ADIVINHA POR QUE? Ou eram mal-encarados ou era de madrugada. Simples não, covardia aqui é mato. Se tivesse vindo com todos os filhos e os amigos deles para pôr o móvel ali com toda a certeza não viriam se impondo tirando foto dos carros e dando um de cidadão honesto, mas ficariam recolhidos no bar olhando o descarte dos móveis. É fácil ser macho quando se está em turma e vem abordar uma mulher. Quando eu cheguei desceu todos que estavam no bar para reclamar e fazer pressão. Até então apenas um veio tirando foto do carro enquanto a minha filha estava descarregando.

Protocolos na prefeitura sobre o fato. 

2018 0038528644

21500298

Entre no site ou ligue para o 156 que terão a resposta do assunto e a reclamação feita.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

SOBRE O SISTEMA DE SAÚDE DO POSTO DA VILA BERTIOGA



        Ao pessoal da Mooca.
        Uma coisa que vejo com estranheza é a falta de amor próprio que o pessoal do bairro tem de si mesmos e assim não lutam pelos interesses justos do bairro, mas reclamam constantemente no Facebook, sobre a FALTA DE RESPEITO QUE OS GOVERNANTES TEM PARA COM A POPULAÇÃO. Vou tecer alguns comentários sobre o que aconteceu entre o ano passado e o começo deste no posto da Vila Bertioga.
        O governo tem por responsabilidade atender a população com médicos e remédios e assim começamos a nova legislatura sem remédios nos postos, pela incompetência do Rabbad, que para entregar as contas meio equilibradas para o Dória, não comprou remédios e muito menos aumentou o efetivo de médicos, pois não tinha grana para isso, apesar do Suplicy e o Padilha ex-ministro da Dilma, creio recebendo 26.500 de salário estava em dia como de outros aspones menos conhecidos. Assim isso foi prolongado até março de 2017.
        Assim uma alteração nas normas de atendimento, antes os médicos clínicos gerais que é a porta de entrada no posto para tratamento no período do Rabbad, eles atendiam até as 7 da noite, e no período das 17 as 19 horas eles atendiam encaixe, isso é pessoas que não tinham horário marcado e precisavam de uma consulta, ou para renovar a receita ou para pedir um médico de especialidades. Com isso ele limitou o acessoa aos médicos especialistas. Nesta mesma linha o que não acontecia na legislatura anterior, os médicos especialistas ficaram PROIBIDOS de dar guias para outros médicos de outras especialidades, coisa que não acontecia anteriormente. 
        Tem uma explicação sobre isso que o prefeito pode falar, mas é mentira. A desculpa, "Como haviam pedidos que na verdade não condiziam à realidade, e ocupava médicos sem necessidade acumulando consultas com os profissionais." Pura balela, como haviam vários exames atrasados na gestão passada, ele coibiu o número de consultas dificultando assim o encaminhamento para os especialistas que pediriam esses exames, e assim ele poderia por em dia a questão dos exames e tentar resolver a questão de mais médicos para o futuro. Por isso a diminuição do horário de trabalho do clinico geral e a dificuldade de se ter uma consulta com especialistas. 
        Em 17 de Janeiro de 2017 tive uma consulta no Hospital Monumento no Ipiranga. Lá o pessoal que esperava consulta ficava entulhado, note o termo, entulhado em um corredor com as portas do consultório e assim precisava pedir licença para o paciente para que o paciente pudesse entrar. Eu fui reclamar, pois NÓS PAGAMOS PELA CONSULTA E PELO DIREITO DE NOS ACOMODARMOS DECENTEMENTE. Falei com a gerente do posto pelo desplante. Resultado ela mandou ou fofocou com as médicas para me ferrarem na consulta, e assim colocaram na receita que eu era diabético e o exame não teria valor algum se eu manda-se fazer os óculos, mas não lembraram de fazer um exame de glicemia que dá o resultado em segundos e poderiam dar o caso por encerrado. Mandei uma reclamação para a ouvidoria, sem fazer a receita, pois eu seria prejudicado. Isso em janeiro. Negaram na primeira vez e por insistência em Abril a coisa foi aprovada e fiquei tentando a consulta seja pela ouvidoria ou pelo posto de um novo oculista. Isso tentando passar pelo clinico geral.
        Mas nesse período, março para ser preciso, uma das médicas entrou de férias e a outra lesou o punho e não poderia mais dar receita assim passou o mês de março sem um médico clinico geral. Em abril com a outra médica voltando não normalizou a situação, pois a outra ficou mais dois meses de molho. Veja que a médica ou é CLT ou contrato de profissional liberal que a empresa que faz a gestão do posto não irá pagar o salário do médico, ou não se paga ou o INSS paga o salário reduzido para o profissional. Mandei que devolvessem o salário da médica para a prefeitura, não tive resposta. 
        Conversei com a gerente do posto que seria inadmissível isso, de não ter médico clinico geral no posto e falei que deveriam ter médico substitutos ou de plantão, tipo uma médico que suprimira faltas e férias e a empresa pelo que contei administra 6 unidades, isso é bairros, em São Paulo e assim poderiam ter um clinico geral para suprir essas flatas e férias, apesar que a gerente me disse que tinha pedido para administração central contratar outro médico. No momento não entendi, achei que era apenas falta de capacidade da gerente, mas não, a coisa era mais grave. Ela pediu para demitirem a médica e contratar outro, eles não fizeram isso, porque a política do Dória era efetivamente dificultar o acesso aos médicos e isso era um prato cheio para a administradora e assim embolsar o dinheiro do salário da médica. Com isso se conclui que o povo paga pela incompetência dos outros e nenhum vereador faz o sacrifício de dispensar aspones, pois isso os faz votar as matérias do prefeito e assim poderem ter alguma mordomia em áreas que podem ir de propinas até serviços à população e assim projetar seu nome para se garantir na legislatura e nas futuras.
        Além de reclamar na ouvidoria diretamente com a secretária do secretário, e a ouvidora chefe, nada foi feito para resolver a situação e só consegui pela insistência a consulta em outro oculista em 31 de Outubro de 2017, e realmente a receita estava toda errada muito além da graduação que tenho na realidade e não tenho astigmatismo que colocaram na receita. Se alguém desejar a receita para conferir se falo a verdade, só pedir e te mostro as duas. Mandei isso para a Cremesp e pediram para que eu abrisse um processo, em uma classe patrimonialista e se eu estou errado, pois só pude ter o resultado correto depois da minha reclamação e mesmo assim seria relativo, pois eu não tinha o resultado glicêmico no dia, mas anterior e posterior, o que poderia indicar o erro, mas como eles se protegem eu perderia a ação e eles cobrariam favores da médica  se fosse gostosa, já que fica visível a falta de caráter da profissional.
           Como não tinha clinico geral eu também não poderia pedir uma guia para o oculista e depois de Junho quando a médica retornou, nunca consegui outra consulta, mesmo pedindo pois fecharam a agenda dela, pelo menos foi o que disseram, e assim comprei um gravador de voz, para quando acontecer novamente, poder provar na frente de um juiz o que disseram e que mentiram, pois receberam ordem da gerente para não me dar consulta e enquanto eu não ver a justiça ser feita não vou deixar barato.
        Com isso no ano passado pouco passei pelo posto, já que ela me barrou, mas isso não fez diferença, já que eu tenho como resolver o meu problema seja pela MPSP ou pela ouvidoria. Com isso mostro a todos se todos SOUBEREM O QUE RECLAMAR NINGUÉM SERÁ BARRADO EM CONSULTA POR FALAR A VERDADE NA CARA DAS PESSOAS QUE ADMINISTRAM O SERVIÇO, MAS ENQUANTO EU FOR UMA ANDORINHA SOLITÁRIA, NADA SERÁ RESOLVIDO.
        Iniciamos o ano com mais problemas. A falta de sintonia do Dória e a febre amarela. Alguns postos da região começaram a vacinar contra a febre e Isso em Janeiro, e assim não se fazia nada além de mandar o pessoal que precisava fazer exames de sangue urina e fezes para o posto da vila Bertioga. No dia que estive lá, foram 54 pessoas e 27% de idosos na fila inclusive eu, E ninguém podia sentar, pois não se podia entrar no posto até as 7 horas da manhã. Normalmente os primeiros a entrar eram os para exames, mas como tinha muita gente e não tinha cadeira suficiente, eles fizeram ser o s últimos. Como se esperava um número além da conta o pessoal deveria estar com toda a papelada burocrática pronto no dia anterior ou ter uma enfermeira que entrando as 6 da manhã poderia orientar a fila e separar o material e assim agilizar o serviço, e como era dado senha, ninguém iria alterar a sua posição no atendimento, pois estava numerado e se podia deixar o pessoal entrar no posto e se organizar depois quando chega-se o horário, disso. Porém não fizeram e o pior só havia 3 funcionários para atender os 54 pacientes.
        Inicialmente ficaram duas na posição burocrática e as 7:30 uma delas foi para a coleta de sangue. E sabe qual era o número que estava atendendo o 2, eu era o 13. Sai de lá as 8 da manhã. Minha neta saiu as 9 neste mês sem alterarem nada no atendimento. 
        A última que aconteceu ontem dia 27/02. Fui lá tirar medir pressão e pegar remédio, não pude pegar antes, pois não permitiam apenas no dia 27 da receita. Um deles é controlado. Fui honesto, fui tirar a pressão e não peguei uma senha, pois teria que esperar 15 minutos para poder medir a pressão e seria INJUSTO COM OS OUTROS, que estavam lá para pegar remédio e esperando, mas nem todos pensam assim e uma senhora furou a fila depois de ter ido pelo posto cuidar das suas necessidades e depois veio com a desculpa que a senha dela já tinha sido chamada. O mal era que a filha dela que tinha uma senha posterior também estava lá para pegar o remédio e essa furaria sim a fila. Eu deu bronca e graças a isso o resto que estava esperando não perdeu mais 5  ou 10 minutos com a filha da senhora folgada. Mas esse não é o único problema, teve mais.
         Como querendo diferenciar idoso de adulto, colocaram uma coletor de senha automático e elétrico e assim o computador tece a prioridade e creio que tenham feito dois tipos de senha, uma para idoso, isso é com P de prioritário, e outro com A de atendimento normal. Eu acostumado com o senha de papel descartável, fiquei meio sem jeito em como proceder assim uma senhora prestativa e idosa, me auxiliou. e peguei a senha na sua sequência. Ela A 154 e eu A 155. Bom ai ambos descobrimos que havia a senha prioritária, pois um senho veio naquele momento com a senha P 85 creio. e foi atendido. `Percebi que tínhamos feito burrada, eu e a senhora simpática e prestativa. Bom eu sempre levo livro para ler pois essas besteiras acontecem pelo egoismo geral do contribuinte. Não posso dizer que seja exclusividade da Mooca, pois na Vila Carrão o mesmo aconteceu comigo. Assim fiquei no meu canto lendo. Então nesse momento veio a senhora furando a fila e a outra atendente do guichê ao lado era troca de turno. e assim  ficou paralisado o atendimento. Se passaram facilmente uns 10 minutos no atendimento da senhora fura fila e só depois que a outra atendente chegou a seu posto. Ai não sei por que , talvez para me deixar mais irritado vieram um monte de idoso até um ET com menos de 60 anos pegou senha para idoso e foi atendido. O que deveria ter sido barrada já que o pessoal tem o cadastro e pode verificar a idade. Mas Brasil vale a lei do mais esperto. Assim demorei mais e a senhora simpática reclamou pois ela se indignou com a demora. E com toda a razão. Como o sistema mudou deveria ter um funcionário lá explicando como funcionava e por um mês da implantação, pois a receita vale mês a mês. Mas não tinha ninguém. supondo que tenha passado um mês e eu não tirei remédio lá que acho muito improvável, o mínimo teria sido colocar um cartaz explicando o funcionamento e que havia senha diferenciada, mas nem isso. E honestamente não havia necessidade disso, pois a questão não é tão dramática assim poderia ter deixado com a senha de papel sem diferenciar o idoso, pois gastaria menos e pois a conta do Web Master e consumo de Luz de um mês sobraria para pagar os rolos de fita por 10 anos  e assim não gastar com frescura. E sabe qual é a ironia, no andar superior de especialidades tem o mesmo sistema só que para consulta e assim tem uma enorme variação de senhas e sempre tem um atendente para retirar a senha para você, pois advêm dai que o pessoal idoso tem uma certa dificuldade para lidar com o maquinário computadorizado, percebe como falta empatia com o público da gerencia do posto para atender a necessidade de quem frequenta. E com toda a certeza alguém se deu bem vendendo algo dispensável para a prefeitura ou para a empresa que administra o posto. Isso se chama? Isso mesmo.
        Agora o que me espantou mesmo foi o pessoal que reclamou e não se prontificou a reclamar nos órgãos superiores, pois que lhes atende na linha de frente não tem nada com isso e atendem bem o pessoal sempre cordiais. Mas não é obrigação deles saberem isso, mas da gerente do posto saber a necessidade da população que ela atende. E por falar nisso eu não sei o horário da gerente, pois um dia eu perguntei e me disseram 8 e pouco, não é nem 8:00h nem 8:30h é 8 e pouco, e veja que no dia que fui tirar sangue que era o começo de uma mudança de norma que ela deveria estar lá para verificar a funcionalidade do que ela bolou para atender o público ela não estava lá para corrigir erros possíveis como esses que sitei. Quer dizer qual a responsabilidade dessa senhora com o posto? Nenhuma. E qual a responsabilidade dela com os pacientes? Nenhuma. E com a eficiência do trabalho? Nenhuma. Ela está lá apenas para receber o salário. Notou a diferença de um profissional? E como ninguém reclama ela se sente segura em receber o salário dela e ficar postando no Face ou no What Zap com as amigas. O posto funciona sozinho, pois ninguém reclama e não importe faltar remédios ou médico ou clareza de informação ao contribuinte, pois ela não está nem ai com o andoe, ela tem que ter o seu sono de beleza realizado todos os dias. 
        Será que ficou claro que se deve ligar e reclamar com a ouvidoria tudo que estiver errado e fizer o contribuinte que pagou para ser atendido com decência deve ser mudado? Caso não tenha ficado claro, me avisem do tópico que eu desenho para que possa ficar claro que pagamos para ser bem atendidos, mesmo sendo um monopólio governamental.